É basicamente isto.

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29 de julho de 2013

Qual é o melhor carro para fazer o Amor? O estudo.

Quem ouviu rádio esta manhã, é bem capaz de ter ouvido esta notícia. Vocês já sabem que eu adoro estes estudos, que me farto de rir com eles, que tento sempre perceber o que poderá ter conduzido aos resultados, por muito que os temas tenham tanta importância como a marca de fraldas que o bebé real usa (e que parece que está ao preço do ouro e já esgotou. Lindo, isto é lindo).

Antes de ouvir a resposta, apostaria assim num Jipe espaçoso, numa carrinha, em qualquer coisa que não o carro que, aparentemente, melhor proporciona o prazer. Adivinham?

Não.

Também não é esse.

Frio.

Esqueçam, esse também não.

É o Ford Fiesta! Óbvio (?)!!

Agora, minha gente, se há por aí alguém que seja o/a feliz proprietário/a de um Fiesta, expliquem-me lá porquê? À vista desarmada, não me parece promissor. Perdi alguma coisa?

Já agora, há mais gente por aí que acha que isto dos carros e de fazer o Amor nos ditos, é a coisa mais desconfortável do mundo? Ou sou só eu que, trapalhona, não nasci para a coisa?

18 de julho de 2013

O que as Mulheres (realmente) querem.

Há uns tempos escrevi um texto, dirigido aos homens, sobre o que as mulheres querem. Dos homens, entenda-se. Texto largamente ignorado pela classe masculina que continua "às aranhas" sobre o assunto. Adiante.

Hoje partilho convosco o resultado de um estudo (a malta que trabalha nestes estudos deve divertir-se à brava. Recrutem-me, pá) que revela o que as mulheres mais desejam no que diz respeito ao seu próprio corpo.

Parece então que o que queremos é mais ou menos isto, mais ou menos por esta ordem:

- um rabo firme;
- umas pernas firmes;
- uns lábios carnudos;
- um decote perfeito.

Chamem-lhes parvas! Queremos tudo, portanto. E eu sempre ouvi dizer que não se pode ter tudo. Diz que o decote não está nada mal, portanto desse posso abdicar. Pumba!

Nós queremos isto. E eu aposto que os homens sorriem e acenam afirmativamente com a cabeça...

3 de julho de 2013

Venham cá Mulheres, agora é a vossa vez.

Estão a ver as lojas onde compram as vossas peças de roupa? Estão? Boa. Essas lojas colocam umas etiquetas engraçadas nas peças. Costumam ter o preço, o tipo de tecido, etc. Estão a ver uns números mais redondos que lá estão? É aqui que começa a surpesa, tádáaaaa! Isso são os tamanhos da roupa. Não são bichos papões, não são números meramente indicativos, não estão lá só para enfeitar. Ainda que o vosso número seja um 40, não se assustem. Comprem o 40, ou o 42, à cautela. Ninguém vai andar na rua a pedir para ver a etiqueta para confirmar o tamanho e apontar-vos o dedo enquanto largam sonoras gargalhadas. Mas sabem do que se vão rir? De andarem na rua a envergar um 36, quando, claramente, um 36 vestiram quando foram crianças. Só.

Estou a ser mazinha e irónica, eu sei. Estou a meter nojo, provavelmente. Estão vocês aí a pensar que isto é conversa de magra. Não é. Eu visto o 38. Sem qualquer problema. E ainda que passe para o 40 ou 42 em breve, não me apanharão na rua com roupa dois tamanhos abaixo do meu. As mulheres ainda têm muito o complexo de assumir o número de roupa que vestem. Ainda coram da cabeça aos pés para responder que vestem o 40, o 42, o 44. Isto tem de acabar. São mulheres, são adultas, são inteligentes, têm inúmeras qualidades para mostrar ao Mundo, e tremem perante uma etiqueta de roupa? A tremer, que seja pelo preço, não pelo tamanho. Conheço mulheres que vestem números muito acima da maioria, e que têm mais classe em qualquer dia da semana, do que as mulheres que insistem em sair à roupa como se tivessem ido ao roupeiro das filhas adolescentes, ou tivessem feito as compras na seccção de criança. Um dia, as mulheres deste País, vão perceber que não é preciso ser magra, ou querer à força vestir um número pequeno, para ter classe. Muito pelo contrário. Percebam o que vos fica bem, o que vos faz sentir confortável, e arrasem. De cabeça levantada.

Lembrem-se disto : a roupa apertada não só fere a vista, como faz mal à circulação. Agora vão, reflitam, e sejam realistas na próxima ida às compras. Eu sei que as lojas provocam as pessoas com os modelos cada vez mais pequenos, com as montras com aqueles manequins irreais, mas há que sorrir e acenar. Não cair na tentação. Viver bem com quem somos, ok?

PS- para quem não ficou convencido com estes argumentos, chamo aqui os homens para um incentivo : algum de vocês, desse lado, gosta de ver na rua uma mulher a envergar um tamanho de roupa que, claramente, não é o seu? Com carne a sair por sítios que preferiam não ver no pior dos vossos pesadelos? Ajudem a passar a mensagem, de uma vez por todas.

2 de julho de 2013

O elogio post mortem.

Um clássico Português, este de começar a elogiar as pessoas depois de "desaparecerem", estejamos a falar de morte ou de gente que, finalmente, percebe que não tem condições para exercer as suas funções e se mete a andar, como o nosso Gaspar. Até aí, dizemos cobras e lagartos, queremos "matar, esfolar", é a pior pessoa do Mundo, não merece o ar que respira, mas quando se dá o desaparecimento, logo o cérebro do Português começa a ter "pena", "simpatia", "solidariedade", logo é feito um exercício de conscencialização, logo aparecem qualidades em pessoas que, até então, só tinham defeitos. Logo nos esquecemos que gritámos pela demissão, logo nos sentimos culpados pelo desfecho da história, quando, na verdade, eles saem de lá quando querem e não quando queremos.
Desde ontem, desde a demissão do Vitor Gaspar, que estou aqui numa dúvida que não se aguenta : estamos a falar do mesmo Ministro das Finanças de quem se falou nos últimos anos? Do mesmo que, às sexta-feiras, anunciava as medidas que nos f****** um bocadinho mais a vida? Do mesmo que foi mentor/portador da miséria que se instalou na vida dos Portugueses? Depois de todas as metas falhadas, depois de todas as medidas erradamente aplicadas, o Vitor Gaspar ainda será visto como herói? Estamos perante, com as devidas diferenças, um fenómeno idêntico ao fenómeno Sócrates, que conseguiu regressar à vida dos Portugueses como alguém que devemos ouvir, alguém que não é visto como criminoso, alguém que não fez uma gestão danosa. 
Percebo que a escolha da nova Ministra das Finanças (estive a dar uma vista de olhos no currículo da senhora, e não sei se foi da temperatura mais baixa, ou por isso mesmo que vim arrepiada até ao trabalho), possa levar-nos a pensar que estamos ainda pior entregues. Afinal, as coisas podem sempre piorar, já se sabe. Mas que nos esqueçamos de tudo o que aconteceu nos últimos meses, e que passemos a nutrir simpatia pelo Gasparzinho (enquanto político, entenda-se), já é coisa que me deixa de pulga atrás da orelha. 

28 de junho de 2013

Os Amores de Verão.

Não fui adolescente há muito tempo ( estão a rir de quê??) , mas há coisas das quais tenho saudades. Que recordo com uma enorme nostalgia (eu vou, claramente, ser uma daquelas velhinhas que dizem "no meu tempo isto, no meu tempo aquilo, no meu tempo é que era!"). Uma delas é, sem dúvida, aquele "frenesim" provocado pelos Amores (sabiamos ainda lá nós o que era o Amor nessa altura, esse sacana que tanto dói como faz milagres por nós, quase na mesma proporção) de Verão. Era uma sensação única. Para quem viveu a sua adolescência nas ditas "estâncias balneares" deste País, a coisa tinha um gosto especial. Quase todos os anos, as mesmas famílias voltavam no Verão. Como qualquer adolescente que se preze, tinha as minhas preferências, ou os meus preferidos, se quiserem. Era qualquer coisa de muito excitante, saber que no próximo Verão lá estaria a minha paixoneta, novamente por perto. Tudo sempre muito platónico, muito inocente, mas o suficiente para tirar o sono a uma miúda e fazer-nos sonhar de olhos abertos. Quem não se recorda destas coisas?
Agora, alguns (ou páram de rir ou vamos ter chatices!) anos depois, não me importava nada que o Verão me trouxesse um novo Amor. Mas não um Amor de Verão. Um que perdure para além desta estação, e que se possa festejar nos próximos anos. Afinal de contas, há lá melhor altura para festejar o nascimento do Amor, do que o Verão? Sendo eu uma pessoa exigente, não vai ser fácil. Era tudo bem mais simples naquela altura, em que o entendimento entre homens e mulheres parecia tão fácil, tão humanamente alcancável. Agora, escaldada q.b. (o Verão tem destas coisas), a expectativa é sempre mais baixa. A miúda que se apaixonava facilmente, tem tendência a desencantar-se quase ao mesmo tempo que se encanta. Mas se há coisa em que tenho fé, é no Verão.

20 de junho de 2013

As Mulheres e as fardas.

Vamos falar do cliché mais antigo do Mundo? Faço parte da carneirada de mulheres que tem de conter um suspiro/gritinho quando vislumbra uma farda. É inevitável. Cruzo-me com centenas de homens diariamente, mas se um vestir uma farda, é garantido que vou olhar duas vezes. Não há como não olhar. Pode ser um trambolho, mas a farda já me chamou a atenção e, na minha cabeça, está ali um homem bonito e charmoso. Há ali qualquer coisa de deveras atraente, sedutor, atractivo. Não sei se é da sensação de poder que a farda emana, se é a curiosidade em relação ao que fazem estes homens aparentemente cheios de poder no seu dia a dia, não sei se é da vontade de passear de braço dado com eles e mostrá-los ao Mundo, mas é assim e pronto. Ontem, em pleno supermercado, no corredor das bolachas (não falemos disto, adiante, avancemos), tropecei em dois moços com aquela que julgo ser a farda da Marinha Portuguesa (também eles comem bolachas, fica já esta questão esclarecida aqui), e o fenómeno repetiu-se. Eu, que sou distraída ao ponto de ser possível encontrar um conhecido neste mesmo corredor, nem dar por ele e passar pr mal educada, olhei duas vezes (ou três, but who's counting?) e sou capaz de ter fantasiado um bocadinho. Como é óbvio, estes homens têm perfeita noção deste poder que exercem. Ia jurar que trocaram um sorriso à laia de "resulta sempre". Não é à toa que qualquer show de strip masculino que se preze, começa com uma farda de bombeiro, polícia, oficial da marinha ou afim. Algum stripper se veste de Advogado ou de Director Financeiro? Pois que não.
Este episódio fez-me pensar que, em tempos de jovem universitária, podia ter estabelecido um romance que, quiçá, teria resultado num feliz casamento com um jovem destes. O que é que fiz? Não lhe liguei patavina, claro está. Estará agora casado, Pai de filhos e a ser passeado pelo braço de outra.
Aos homens que estarão desse lado a revirar os olhos, desculpem lá, sim? Se vocês podem ter os vossos clichés e gostar das mamalhudas, perder a cabeça com altas, loiras e de olhos azuis, fantasiar com as saias curtas das executivas e etc, fiquem sabendo que nós também temos as nossas fantasias.

Há por aí mulheres que resistam a isto?

PS- palpita-me que em breve, muito breve, sou menina para rever o "Oficial e Cavalheiro". Fardas e Richard Gere? O que é que uma mulher quer mais?

19 de junho de 2013

Life's truly a bitch.

Às vezes olhamos para trás, e nem é preciso viajar muito no tempo, e percebemos que já nos queixámos de barriga cheia. Que estava tudo no sítio certo, mas a nossa vida parecia-nos contantemente uma casa desarrumada onde não encontrávamos as coisas que nos fazem falta. Isto tem acontecido comigo, mais do que seria de desejar. Se tenho defeito que se pode dizer bastante acentuado, é uma tendência enorme para a insatisfação. Não aquela que nos faz andar infelizes, mas aquela que sentimos quando, mesmo perante a quase perfeição, achamos que podiamos estar melhor. Porque queremos sempre mais, e melhor e podiamos estar onde não estamos e com quem não estamos e porque achamos, erradamente, que se acreditarmos que está tudo no sítio estaremos a acomodar-nos, e a pior coisa na vida é a acomodação. Reconheço, sem problema, esta tendência em mim, e a necessidade de alterá-la. Um dos objectivos a que me propus nos últimos tempos, é precisamente esse.
Esta noção já estava bem enraizada em mim mas, agora, numa fase em que, efectivamente, posso queixar-me de vários aspectos, quer ao nível pessoal quer a nível profissional da minha vida, parece-me ainda maior o erro em que tantas vezes caí ao achar que precisava de mais qualquer coisa. Agora sim, fazem-me falta coisas que não estou a conseguir atingir. Que já tive, que já correram melhor. É um bocadinho aquele velho cliché que diz que só damos valor ao que não temos, mas é bem verdade. Estamos todos carecas de saber isto, mas qual de nós não cai neste erro de vez em quando? É tão fácil, tão simples, tão tentador. Tudo corre bem, mas queremos mais. Não percebemos que chega perfeitamente. Esquecemo-nos que nem sempre foi assim, e que um dia não será. E, agora, numa fase menos boa, numa fase em que, de facto, há que lutar por uma série de coisas e combater uma insatisfação justificada, apetece-me rir de mim mesma enquanto vou dizendo "é para aprenderes". Por sorte, estamos sempre a aprender. Ou quero acreditar nisso. Sempre a crescer e a tempo de alterar o que está menos bem na nossa personalidade. E, mesmo com todos os defeitos que encerro em mim, se há coisa que faço como ninguém, é assumir os meus erros e a minha imperfeição quando tem de ser. Só por isso, acredito que vou a tempo.

17 de junho de 2013

O que as férias nos ensinam.

É bem verdade que uma pessoa está sempre a aprender, e as férias não constituem uma excepção. Voltei bem mais esclarecida, sobre os mais variados (e pertinentes) assuntos da nossa sociedade. Vou partilhar convosco, porque acredito piamente que isto do partilhar o saber é importante. Vejamos:
- regressar de autocarro, às 3 da manhã, de um Casamento em que se comeu e bebeu como se não houvesse amanhã, é uma péssima ideia. Sobretudo quando se enjoa facilmente. E sobretudo se estamos a falar de uma viagem de uma hora. Divertido, mas arriscadíssimo. Parvo, pronto;
- se uma pessoa tem pouca sorte durante o resto do ano, uma pessoa terá pouca sorte mesmo de férias. Isto é o mesmo que dizer que, à primeira oportunidade, uma pessoa será multada. Uma multa de estacionamento para abrir a pestana. Parquímetro pago até à meia noite, já ouviram falar? Pois que existe. Agora já sei. Tinha acabado de chegar. Not cool;
- nasci para apreciar as coisas boas da vida. Boa comida, boa companhia, boas praias, bom clima, boa diversão, bons livros, boas conversas. E para isto preciso de estar de férias. É mais fácil. Dito isto, confirma-se o que já sei há algum tempo : nasci para ser rica;
- os areais portugueses não mentem : as mulheres estão a envelhecer bem melhor do que os homens. É vê-las, bem feitas e jeitosas, a passear-se ao lado das barrigas de cerveja dos companheiros;
- os homens ainda não perceberam o que vestir na praia. São poucos aqueles que acertam. Ou o calção é demasiado comprido, ou demasiado curto, ou é uma tanga. O calção certo permanece quase um mistério;
- entrar num bar ou numa discoteca para dançar, e encontrar pessoas de 30 ou mais anos, é cada vez mais raro. Uma pessoa, mesmo uma jovem trintinha como eu, sente-se quase como num baile de finalistas do liceu;
- e, por último, aquela que é uma verdade incontornável : acho que nunca na vida, desde que me lembro de ser gente, consegui descansar o suficiente nas férias. Mas é sinal que pouca coisa ficou para fazer, e só isso já me faz sorrir com vontade enquanto escrevo esta frase.





5 de junho de 2013

O poder do perfume masculino.

Homens, venham cá. Caros leitores, não pensem que eu não gosto de vocês e que não dou uma ajuda de vez em quando. Aliás, todos ganhamos, ganham vocês e ganhamos nós, mulheres com quem se cruzam nas ruas deste Mundo. Fixem bem isto, que é um conselho valiosíssimo e de borla, como se quer nos dias que correm : poucas coisas, muito poucas coisas, são tão sensuais num homem, como o toque do perfume certo na quantidade certa.  Um homem pode não ser uma estampa, pode até não estar num grande dia a nível de guarda roupa, pode estar a dever umas idas ao ginásio (e quem não está, não é certo...?), pode ser baixo e nós até temos queda para os altos, pode ser alto e só termos olhos para os baixos, pode ser loiro ou moreno, pode até ser ruivo e ter sardas, mas um homem bem perfumado, tem muito mais probabilidades de nos chamar a atenção. Sempre, mas SEMPRE, que me cruzo com um homem que deixa atrás de si um odor a um qualquer perfume maravilhoso (e convenhamos que raros são os perfumes masculinos que não são melhores do que os femininos) na medida certa, viro a cabeça. Tem, imediatamente, a minha atenção. E, dizem-me as famosas estatísticas com a garantia CM, que isto é assim para 90% das mulheres.
Infelizmente, parece que os homens não são ainda grandes adeptos de perfumaria. É com muita pena e alguma desilusão, que constato, todo o santo dia, que são poucos os que valorizam este "toque" final. Experimentem, homens, experimentem e depois contem-me coisas. Um bom perfume, não só nos chama a atenção, como denota algum cuidado (não vale não tomar banho e despejar o frasco de perfume em cima. Isso não só é batota, como é uma grande badalhoquice) e alguma vaidade q.b., a qual, diga-se sem rodeios, é importante também.
Vá lá moços. Perfumem-se e façam-nos a todos felizes. Com a garantia CM.

3 de junho de 2013

Vamos lá a tapar esses regos, sff!

Sendo eu uma moça que habitou no Campo durante 32 Primaveras, até poderia estar aqui a falar  da terra, e da lavoura. De valas e de enxadas para tapá-las. O meu Pai ficaria até, certamente, orgulhoso e teria fé na continuidade do trabalho que desenvolveu durante uma vida. Mas não. Desiludo o Pai, ao mesmo tempo que crio imagens de terror nas vossas cabeças. Estou a falar do rego do rabo, mesmo. Eu peço desculpa, eu sei que a imagem é terrífica, mas daqui para a frente só piora.
Este não é um problema exclusivo do Verão, mas a verdade é que tende a agravar-se nesta Estação. O calor chegou há pouco tempo, e eu já perdi a conta aos regos que vi por aí. Sem pedir. Sem estar preparada. Sem estômago para isto. É um problema tendencialmente feminino, face ao uso de calças de cintura descida. É vê-las, por aí, de fio dental de fora. Uns bons 5 cms de fora, nalguns casos. Com calças que não lhes serviam aos 10 anos, quanto mais aos 30. Gosto particularmente das que vestem 2 números abaixo. Não só lhes temos que ver o rego, como toda aquela carne apertada de ambos os lados da cintura, que grita por ajuda (por um par de calças do seu número, diga-se). E se isto já é escabroso o suficiente, não esquecer que também a classe masculina nos presenteia de quando em vez, com esta visão. Alguns, até, acreditam que usar as calças uns bons centímetros abaixo dos boxers, é que lhes fica bem. E depois não só caem as calças, como descaem os boxers. E neste caso, geralmente - e peço mais uma vez desculpa pela imagem, mas há coisas que têm que se chamar pelos nomes - com o bónus dos pêlos. Pior do que ver um rego, só vê-lo carregado de pêlo.
É vê-los, por aí, em cada esplanada, em cada areal, em cada cadeira com as costas abertas - fim a estas cadeiras, digo eu- enquanto eu tento por tudo acalmar o meu estômago e constato que um dos grandes males da humanidade, é a falta de noção. De todas as espécies.
Por isto, e a bem da minha sanidade mental, o meu apelo no dia de hoje é este : "tapem bem esses regos, pá!!". Agradecida.

30 de maio de 2013

Mais coisas que os homens nunca entenderão.

Nunca vão saber o prazer que isto nos dá. O prazer que nos dá chegar a casa, e atirá-lo pelo ar. Nem a tortura que é usá-lo, todo o santo dia, para as "moças" manterem um ar jovem!




E não, não me venham dizer que usar gravata é pior. Eu já usei gravata várias vezes. Sei o que é, ok?

21 de maio de 2013

As despedidas de solteira/o.

Em breve, vou participar de mais uma destas festas de despedida do solteirismo. Seja lá o que for que isso quer dizer para quem, apesar de ainda não casado, tem um compromisso sério com outra pessoa. Adiante. Não sou uma cinzentona que vai agora escrever, sabe-se lá quantas linhas, a maldizer estas despedidas. Nada disso. Adoro uma boa festa e todos os motivos são bem vindos.
O que me parece deveras deprimente, é a forma como, na sua maioria, estas festas se processam. Vejamos:
 
Despedida de Solteira
 
Juntam-se todas as amigas da noiva num qualquer restaurante e/ou bar, esgotam o stock de álcool, guincham umas mais alto do que as outras, metem-se com os homens das mesas ao lado, gritam alto e bom som (não fosse alguém ainda não ter percebido) que a Joaquina vai casar e que é a última oportunidade para todos os outros homens à face da Terra e, nalguns casos, contratam um stripper. Enquanto isto, a noiva, que já nem consegue dizer o nome completo, tem um objecto fálico na cabeça, enquanto parte um bolo que tem um objecto fálico em cima e bebe as bebidas a partir de uma palhinha que tem um objecto fálico. A coitada ri, chora, ri, chora, ri, chora, não sabe se deve casar, quer é ligar ao noivo e dizer o quanto gosta dele, ou o quanto afinal não gosta. Acaba a noite com uma das poucas amigas que conseguiu manter-se sóbria, a agarrar-lhe no cabelo enquanto vomita num qualquer WC público. Vai ter uma ressaca que é coisa para durar uma semaninha, assim por baixo.
 
Despedida de Solteiro
 
Tem que ter stripper. E álcool, claro, mas um grupo de amigos que não contrate uma stripper para o noivo , ou que não o leve a uma casa de strip, não é um grupo de amigos. E noivo que não alinhe na brincadeira, é um perfeito maricas. Ou pior. A tipa já o prendeu pelos ditos e já o castrou. É ela que veste as calças lá em casa.
 
 
Se um dia eu casar ( e escrevo isto enquanto abano a cabeça da esquerda para a direita, e da direita para a esquerda), por favor, minhas amigas, fixem isto: quero que me levem dois dias para um sítio que tenha calor, boa comida (em quantidade generosa) e boa bebida (q.b.). Só preciso disto e de vocês.

20 de maio de 2013

Venham de lá essas Barbas!

Anda por aí uma moda generalizada no sexo masculino : a barba. Ora, se me perguntarem, não conheço homem algum que fique melhor sem ela. Fá-los parecer mais maduros, mais confiantes, mas experientes. Mais homens, no fundo. Se repararem, cada vez que um homem manda a sua barba às urtigas, perde uns 5/6 anos que tinha em cima. E isto, parecendo que sim, não é bom. Se há coisa que não queremos, é andar a passear com um tipo que tem idade para ser o nosso mano mais novo. Ou o nosso filho, nos casos mais extremos. A barba é sinal de charme, senhores. Experimentem e depois venham cá dizer de vossa justiça.

Caso a minha palavra não chegue ( please... uma moça entendida no assunto como eu) , cá ficam as vantagens apontadas, por quem sabe (presumo que existe uma comissão que avalia este tipo de questões pertinentes) para deixar crescer esses pêlos na cara:

1. Homens com barba são mais sexys;
2. A barba protege contra o sol;
3. A barba mostra respeito;
4. A barba economiza tempo (diz que, por ano, um homem perde 2 dias e meio a desfazer a barba);
5. Barba suaviza a pele ( ter barba significa não se cortar nem irritar a pele com uma lâmina de barbear);
6. A barba desacelera o envelhecimento;
7. A barba alivia a asma ( Bigodes que atingem a área nasal podem parar ou impedir que alérgenos entrem no nariz e sejam inalados pelos pulmões);
8. Barba ajuda a combater gripes, constipações e tosses (O pelo é um isolante que mantém o pescoço quente. Barba espessa bloqueia o ar frio e eleva a temperatura do pescoço);
9. Crie um estilo próprio e mude quando quiser;
10. Porque elas gostam e aprovam o visual com barba - este sim, o único e verdadeiro motivo a ter em conta.

Agora...atenção. Não vamos, rapazes, tentar imitar o "Barbas", aquele senhor lá da minha terra que é, ele mesmo, uma espécie de homenagem ao slb. Tende noção, sim?


13 de maio de 2013

Sai uma vida nova, sff.

Honestamente, não sei se este post fará algum sentido. Mas nas últimas 48h, eu própria faço pouco. Gosto da minha vida, tal como é. Gosto da minha vida com as pessoas que fazem parte dela, com o meu núcleo duro e com algumas surpresas que vão aparecendo pelo caminho. Gosto do meu País, da Cidade onde vivo, das minhas rotinas. Gosto da minha vida, a sério que sim. Com dias que podiam durar uma vida de tão bons que são, e com outros em que cada segundo pesa em cada ombro. Não digo que não me falta nada, nem alguém, mas sinto-me bem com aquilo que tenho. Se há uns anos tinha dificuldade em dizer que era uma pessoa feliz, hoje não tenho dúvidas. Sou. Ainda assim, nas últimas horas, nos últimos dois dias, tive certeza que preciso de mudar de ares. Preciso, mesmo e muito, de viver uns tempos noutro local, ainda que não além fronteiras. Preciso de conhecer outras pessoas, mas com a certeza que as minhas se manteriam no mesmo lugar e à minha espera. Preciso de, temporariamente, sair das minhas rotinas e fazer tudo diferente. De não frequentar os mesmos sítios, de não me cruzar com as pessoas do costume. Preciso de exorcizar fantasmas e demónios, e a tropeçar neles a tarefa é mais complicada. Pela primeira vez na vida, era menina para largar tudo e ir um ano para qualquer sítio que desconheço, viver uma realidade que não tenho como minha. E aposto que, pela primeira vez na vida, isso não me assustaria. Preciso de tirar uma espécie de licença da vida que tenho, mas mantê-la porque quero regressar a ela.
Repito, vezes sem conta que preciso. E preciso. Mas falta-me coragem. Ainda não será desta. Por enquanto, tenho de aprender a exorcizar por cá. Eu bem olho para o pulso e leio, diariamente, o "Let it be". Mas agora, precisava de ir. Talvez um dia.

9 de maio de 2013

Mas ONDE é que eles andam??

Li esta manhã, que os homens Lisboetas estão entre os mais bonitos do Mundo! Mais : são "cosmopolitas, bem-educados, cavalheiros, altos, carismáticos e atléticos"! Estão no Top 5.

Sim senhora, muito boa notícia!! Mas eu tenho uma pergunta pertinente a fazer: esta Cidade onde meto os pés todo o santo dia, não é Lisboa?? Onde é que eles andam, então? Apareçam, não se façam de timidos!!!

30 de abril de 2013

A profissão mais velha do Mundo.

Tenho plena noção do quão sensível este assunto pode ser de abordar. Tenho, até, algum receio de partilhar a minha opinião sobre ele. Não por querer agradar a gregos e troianos, que não ando cá para isso, mas por ter receio de ser injusta de alguma forma.
A minha opinião sobre a Prostituição é quase extremista, a roçar o fundamentalismo. Tenho enormes dificuldades em entender que exista algum tipo de desespero suficiente para fazer uma mulher (vou só referir-me às mulheres, que são quem compõe a maioria deste mercado) enveredar por esta via. Por outro lado, também não consigo conceber que alguém faça deste o seu modo de vida, sem ser por absoluta necessidade. Talvez por ser mulher, tenha tantas dificuldades em conceber esta Profissão. Não tenho a menor dúvida que não existem empregos ao virar da esquina. Estou perfeitamente a par da realidade do País. Também não sou uma lírica que julga que um dia a prostituição desaparecerá. Mas que gostava, lá isso gostava.
Tive oportunidade de conhecer o Red District, ou o Bairro da Luz Vermelha, em Amesterdão. Sabia mais ou menos ao que ia, mas, ainda assim, tinha curiosidade em ver com os meus olhos esta realidade, confesso. Esta "visita" obrigou-me a pensar novamente naquela que é chamada de mais velha profissão do mundo, e nas mulheres que dela vivem. No que as levou a este caminho, nas condições em que o fazem. Hoje, se soubesse a diferença que faz ver umas fotografias ou estar ali, a cêntimetros daquelas montras, não quereria conhecer este bairro. Posso atestar, sem qualquer tipo de exagero, que fiquei nauseada. Ver mulheres, das mais variadas idades (estão lá miúdas com uma vida pela frente, e mulheres que já podem ser avós), de soutien e fio dental, em montras, como se de qualquer outro produto para consumo se tratasse, com pequenas camas ao lado, deu cabo deste estômago. Soubesse eu que o efeito em mim seria aquele, e teria deixado a curiosidade por matar.
Quem me acompanhava perguntou-me se não acho que é pior o que se passa em Portugal. Se não acho pior ver estas mulheres à beira da estrada, sem quaisquer condições. Honestamente? Não sei. A certeza de estar ali um produto, um bem em exposição (com a sua intimidade literalmente exposta a todo o tipo de olhares), é demasiado liberalismo (ou chamem-lhe o que quiserem) para a minha cabeça. Costumo dizer que todas as profissões são dignas, mas, e sem querer ferir susceptibilidades e na certeza que estou a falar de vidas e pessoas que desconheço, não consigo encontrar ali dignidade. Consigo entender que seja desejável que exerçam esta "actividade" com condições que em Portugal não têm. Mas colocá-las em montras? Permitir isto? Não consigo encaixar esta mentalidade.

23 de abril de 2013

Eu tento ser uma pessoa melhor.

A sério que tento. É capaz de ser disto da idade. Uma pessoa cresce, mesmo. Um dia acorda e é adulta, responsável pelas suas acções. Já não dá para disfarçar. E as coisas começam a ter um peso que não tinham há uns anos. Começa a olhar à volta e a pensar que meio mundo não presta (e estou a ser meiga). Não quer reparar no pior das pessoas, mas já não consegue evitar. Já não apetece olhar para o lado e assobiar.
Sobretudo este Ano, que decidi que tenho de limar várias arestas, e ser uma pessoa mais tolerante, tenho tentado. Sabe quem me é próximo, que não sou perfeita. Estou aqui carregadinha de defeitos. Consigo ser a pessoa mais teimosa e mais intolerante que conheço. Não sou orgulhosa, mas quando atinjo o limite, dificilmente há retorno. Tenho uma capacidade imensa para excluir da minha vida, de uma só vez, a frio, quem já esgotou comigo a quota de oportunidades que lhe estava destinada. A minha Mãe diz, desde cedo, que consigo ser a pessoa mais fria que conhece. Puro gelo, se quiser. Talvez seja verdade. Seja como for, os defeitos estão cá, e nunca me achei melhor do que ninguém. Ainda assim, há uma característica comum a tanta e tanta gente, que é capaz de me fazer perder por completo as estribeiras: quem não conhece alguém que não consegue assumir os erros que comete?  Que não quer arcar com as consequências? Que teima em não crescer? Quem é que não conhece alguém que empurra os seus erros para qualquer lado, que se vira do avesso para "sacudir a água do capote", que não tem brio, que não tem pudor em deturpar factos? Tenho tolerância zero para os troca tintas. Para a irresponsabilidade. ZERO. Gente que se queixa de tudo e de todos, quando são os únicos culpados e responsáveis pelo que corre mal? É gente que me tira do sério, da qual quero distância, a máxima possível. Tenho os meus defeitos, mas se há coisa com que podem contar de mim, é com seriedade. É com actos ponderados, e com o assumir de culpas quando assim tiver de ser. É com a humildade de saber que também falho, e que não há que ter vergonha nisso. É com querer fazer sempre melhor, e dar tudo por tudo em qualquer coisa que assuma fazer. É em honrar compromissos.
 
O que é verdadeiramente importante para mim, e isto aplica-se a qualquer dia do ano, é poder deitar a cabeça naquela almofada maravilhosa, e saber que fiz o que me compete. Mas mais ainda do que isso, é saber que não passei por cima de ninguém, que assumi os meus actos, que sou responsável pelas minhas acções. Pode estar tudo o resto errado, pode tudo correr mal, mas comigo mesma preciso de estar bem. E o meu sonho, o meu verdadeiro sonho, é não ter que lidar com gente que não sabe o que isto é. Gente para quem isto é apenas um lirismo dos outros. Gente a quem podia perguntar como é que adormecem à noite, e que sei que responderiam "Virado para a esquerda. Ou de barriga para baixo, é conforme".

22 de abril de 2013

E a esquisita sou eu?

Eu sei, eu sei que alguns de vocês vão aproveitar para jogar a cartada dos pastéis de natas e dos U2 e das minhas restantes esquisitices. Mas, caramba, há gente pior do que eu. Querem ver?

"Isso é demasiado doce" - a sério que o conceito demasiado doce existe??

"Não gosto de marisco" - Ainda bem, mais fica. Já eu, podia alimentar-me só dessa maravilha.

"Está demasiado calor" - demasiado e calor, são conceitos que não devem ser utilizados na mesma frase.

"Gosto do Inverno" - tão bom. Ter frio, carregar casacos, guarda-chuva, andar constipado. Bom, mas bom.

"Não gosto de Praia" - Colete de forças, já. Sem passar pela casa da partida;

"Não gosto de viajar" - Exacto. Faz todo o sentido, é uma porcaria.

"Não gosto de chocolate" - Deus te perdoe, diria eu se fosse católica.


Sempre que oiço uma destas, abro assim muito os olhos e afasto-me lentamente...não vá pegar-se. 

11 de abril de 2013

Um bombom para os homens.

Como que a provar que isto não é só puxar a brasa à nossa sardinha (e isto soava melhor na minha cabeça, do que escrito), esta ofereço-vos eu, homens.
 
Hoje, completamente apanhada pela euforia que anda no ar com a alegada chegada da Primavera, (porque desta é que é, diz quem sabe) lembrei-me que faço parte do universo de pessoas que tem a roupa de Verão, cuidadosamente, guardada na arrecadação à espera de chegar a sua altura. Entretanto, e como me parece que já passaram alguns anos desde a última vez que fez calor neste País, decido ir até lá e abrir o roupeiro da dita, só para recordar o que está guardado. Adivinha-se o momento seguinte, não adivinha? PÂNICO! DRAMA! Como seria de esperar, não tenho nada para vestir agora que a Primavera lá vem! Estou nua, despida! Não há ali nada que se aproveite. E agora? Regresso a casa enquanto praguejo, porque entretanto também acabo por me lembrar que isto não está de feição para ir gastar os euros na colecção nova.
 
Umas horas depois, caio em mim e percebo que tenho roupa suficiente não só para a Primavera de 2013, como para a de 2014. Talvez até tenha roupa que posso dar.
 
E isto, senhores, é um clássico feminino para o qual não tenho explicação ou justificação que se apresente. Não há início de Estação do Ano, em que as mulheres não jurem a pés juntos que não têm nada para vestir. Não é para entender. O que não tem remédio, remediado está. Não se esqueçam é que somos adoráveis. É tudo o que precisam de saber.

10 de abril de 2013

Coisas que um homem nunca entenderá.

Um homem, por muito boa vontade que tenha, por muito que tente e seja um querido, nunca entenderá os pequenos grandes dramas da vida das mulheres. E hoje, a caminho do trabalho à medida que me revoltava com o Universo, percebi isso.
Um homem nunca entenderá o que é usar o secador de cabelo todas as manhãs, para depois enfrentar a combinação mortífera da chuva e vento, e ver tudo desfeito em segundos. Um homem nunca entenderá o que é tentar manter o equilibro na calçada portuguesa ( que pode ser linda e nossa, mas é uma valente trampa para nós, mulheres que usam saltos altos) quando queremos enfrentar o Mundo de cabeça bem erguida e em cima de uns saltos de 15 cm. Um homem nunca saberá o que custa ter sempre tudo o que faz falta à mão, nas malas que pesam verdadeiras toneladas e que nos fazem andar praticamente tombadas. Muitos, nunca saberão o que custa a depilação, as horas de cabeleireiro, a manicure, a pedicure e o diabo a quatro. Um homem nunca terá a mais pálida noção do que é lidar com os olhares de inveja de outras mulheres e com o veneno que os costuma acompanhar. Nunca saberá o que é ultrapassar aquela semana do mês em que o nosso corpo se revolta dentro de si mesmo, e nos deixa bem claro que quem manda é ele. Nunca terá de mostrar mais trabalho, só porque tem um palmo de cara ou um corpo jeitoso. E ficava aqui toda a noite...
 
Digo muitas vezes que adoro ser Mulher. Mas hoje, sobretudo hoje, apetece-me gritar que ser Mulher é a melhor, mas também a mais complicada coisa deste Mundo! Homens, um conselho : não tentem isto em casa. Não duravam meia horinha nesta selva diária que é o nosso Mundo.