É basicamente isto.

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2 de agosto de 2013

Até um dia destes.

Vou só "ali" buscar mais umas recordações destas, e já volto. É um instantinho, duas semanas passam a correr. Vá, vá, sem choradeiras. Talvez apareça por cá, uma vez ou outra.












(não sei como é que esta foto veio aqui parar! Mas se o encontrar no areal, não volto. Isso é certo.)

26 de junho de 2013

Because they can!

Antes de falar do concerto desta noite dos "Bon Jovi", uma nota prévia : é a banda da minha adolescência, aquela que tem, para mim, músicas intemporais, a banda que sempre quis rever, mas se não me tivessem oferecido o bilhete (obrigada gente da minha vida), hoje palpita-me que não meteria estes pezinhos na Bela Vista. Não gostei da atitude da banda em relação à "borla" dada aos Espanhóis, nem percebi a diferença de tratamento se na sua base está a crise. Ninguém explicou ao Jon que Portugal está em crise há muito mais tempo? Que estamos mesmo aqui ao lado e isto seria atitude a contestar? Defendo este homem desde sempre, quer como enorme profissional que sempre mostrou sempre, quer como homem com os pés assentes na terra que sempre me pareceu, coisa rara no mundo em que se move. Desta vez, fiquei desiludida.

Dito isto, pois que de bilhete oferecido pelas minhas mais que tudo, lá vou eu. A última vez que assisti a um concerto dos Bon Jovi, ainda o palco foi o antigo Estádio de Alvalade (respeito! respeito pela casa do Leão e por aquele que foi o palco de concertos gigantes). Era eu na altura uma teenager (in)consciente, que se levantou bem cedo para "acampar" à porta do estádio, mesmo sabend que o concerto só teria início à noite. Horas e horas de espera, com uma t-shirt do próprio Jon orgulhosamente envergada, para ficar mesmo à frente do palco, encostada ao gradeamento. Sim, sou capaz de ter corrido algum risco de vida, mas naquela altura valia tudo para ver de perto aquele homem que tinha (e tem) tudo no sítio. E a voz bem colocada, também.

Os tempos mudam, a histeria passou, mas continuo a saber de cor as letras das músicas mais antigas desta banda. Confesso que conheço muito pouco o trabalho recente. Mas saberei sempre as letras de músicas como "In these arms", "Livin'on a prayer", "Always", "Ths ain't a love song", etc. Hoje, é para cantar até que a voz me doa.

PS- já agora, que o Jon vista aquelas calças de ganga justas que lhe ficam tão bem.

PSII - e sejamos honestos. Já não se fazem músicas como estas.






29 de abril de 2013

Adivinhem quem está de volta?

Euzinha da Silva! Tinha ficado por lá, por minha vontade, mas as vossas transferências não chegaram e acabei por me resignar. Um País onde o ordenado mínimo ronda os 1400,00 Euros, não é propriamente para o bolso do Português médio. Mas avancemos, até porque o custo de vida também não tem comparação. Parece muito, mas enquadrado na realidade do País, não é.

Amesterdão é uma Cidade a não perder. Estava na minha lista prioritária há já algum tempo, e foi ficando para trás. Não será a minha Cidade de eleição (ainda suspiro por N.Y., onde voltarei um dia), mas é de uma beleza incontornável. Os canais que banham a Cidade, são do mais bonito que estes olhos já avistaram. Os bairros habitacionais são compostos pelos típicos prédios baixos, de uma harmonia inatacável. As bicicletas são rainhas e senhoras nesta Cidade. Não se iludam, são elas que têm prioridade. No primeiro dia, tive certeza que não sairia de lá sem ser atropelada. Parecia-me inevitável. Aparecem de todos os lados, a velocidades assustadoras. Os Pais transportam as crianças nos cestos, como se fossem 2 baguetes. E, não me perguntem como, mas aquilo funciona. Deslocam-se para todo o lado, sempre com o mais feliz dos semblantes, eles de fato e elas de salto alto, se preciso for. É de ficar de cara à banda com tanto à vontade com este meio de transporte. Não fui atropelada, mas ainda não sei bem como. Sorte, calculo.
O problema da Cidade é a alimentação. Se gostam de comer, se têm dificuldades em resistir a tudo a que deviam resistir, então aviso já que vai ser complicado. Entre as Tartes de Maçã com natas (Appelgebak met slagroom ), as Waffles, as Stroopwafel , as batatas fritas em cada quiosque e em cada esquina, as montras cheias de bolos de tamanhos industriais que gritam por quem passa, voltei de lá com mais 2 kgs em cima. Não fui confirmar, mas só porque não preciso de confirmar o óbvio. Aquele povo só não é obeso, porque quem pedala daquela forma pode comer o que quiser.
Por fim, os Holandeses não são, de longe, o Povo frio que contava encontrar. Pelo contrário. São afáveis, simpáticos, sorridentes, bem dispostos. Como é que conseguem esta proeza, com aquele clima, é coisa que já não sei. Em 4 dias, consegui assistir a todas as Estações do Ano em Amesterdão. Tive calor à séria, apanhei chuva, gelei e achei a temperatura perfeita noutras ocasiões.
A não perder, é o que digo a quem não conhece ainda. Saldo largamente positivo.

PS- interessante é a relação dos Holandeses com os guardanapos. Ou a não relação. Naquela Cidade, se querem um guardanapo, peçam-no. Não contem em recebê-lo com a comida. Nem pensar. E, mesmo a pedido, contem com um por pessoa. Muito poupados no papel.

PS 2- encontrei por lá aquele que podia ser o homem da minha vida. E Português e tudo. E dele só sei o nome. Sou uma vergonha, eu sei. Mais um que se me escapa.

Deixo-vos alguns momentos.
 

 

 

 

 
 
( Visita marcante)
 


 


 
(Praça de Dam)

 

 
(Bloemenmarkt, à direita)

 
(Bloemenmarkt)

 
(fechado até dia 01/05. Uma facada no meu coração.)

 
 (Rijksmuseum, ao fundo)
 

 
(Heineken Experience. Divertidíssimo! A não perder)

 

 
(Praça de Dam)

 
(Biblioteca de Amesterdão. E a melhor vista da Cidade)

23 de abril de 2013

Fui.

Fiéis do meu coração, não sei de que outra forma dizer isto, mas vou deixar-vos. Por uns dias apenas, que é lá isso de estar já a correr para o frigorifico à procura do espumante? E o anónimo mau a morrer já de alegria, e a dar aos bracinhos de contentamento. Bom...Dizia eu que vou só ali ver como param outras modas, e já volto. Caso não me queiram de volta, podem fazer transferências bancárias para a minha conta (forneço o NIB por e-mail, aos interessados), sob o mote "Para não mais voltar". De certeza que percebo a dica. Como não há cá posts agendados, que eu ou estou ou não estou, este pequeno espaço vai de férias comigo.
E só porque não sou uma mal educadona de primeira, bom trabalho a quem fica. Quem é amiga, quem é?
 
Estarei por aqui. A adorar, espero eu.
 
 




E a comer isto, provavelmente:
 
 
(imagens retiradas da internet)

3 de abril de 2013

CM dá o estalo e entra em negação.

Cansada de olhar pela janela e achar que ainda nem amanheceu, pensei para comigo "Chega desta trampa!! Quem tem google, tem tudo!!". Portanto, a partir de já, é aqui que estou. Não neste clima bipolar, mas sim aqui, onde o céu é mais azul. Deixem uma mulher sonhar. Isto com um "bocadinho" de imaginação, vai lá!

Estou a um passinho de aderir aos truques anti depressão, que aconselham a ter sempre por perto imagens que nos fazem sorrir. É arranjar 6 molduras, e estas meninas fazem o resto.








E não, isto não é um post inútil. Foram ou não foram 2 minutos felizes do vosso dia? Ah, bom.

4 de fevereiro de 2013

A menina janta?

A menina janta e gosta de restaurantes. A menina tenta conhecer restaurantes novos, que surpreendam pela positiva, sempre que pode. A menina gostava de experimentar um por semana, mas os sacanas não nos deixam sair sem pagar. É que a menina gosta de comer. Além de gostar de restaurantes.

Fica a sugestão para um sítio onde a comida tem qualidade ( sem ser estupidamente caro), decorado com apontamentos retro-chic ( mas despretensioso), com atendimento cuidado ( mas à vontade ) e com um conceito de bar/lounge muito acolhedor.

Não há bela sem senão, e como tal há um aspecto menos positivo: parece que está na moda. Que é o mesmo que dizer que está sempre a rebentar pelas costuras.







6 de dezembro de 2012

Tivesse eu a carteira recheada...

...e não é segredo para ninguem que passaria a vida de Restaurante em Restaurante, ao almoço e ao jantar, de Norte a Sul do País. Era ver-me a conhecer todos, a experimentar tudo o que é prato, a admirar as decorações. Tenho uma verdadeira paixão por Restaurantes. Pareço as crianças, com os olhinhos a brilhar, a reparar em todos os pormenores e a sonhar com o meu, um dia meu, Restaurante. A quem partilha este gosto, recomendo, vivamente, a edição da Revista "Sábado" da passada semana (ainda é possível encontrá-la à venda). A revista traz um suplemento (que já me deixou a babar e a contar os euros...) referente aos 104 melhores restaurantes do País, divididos nas categorias de "Novos", "Económicos", "Saudáveis", "Petiscos" (esta dá-me um verdadeiro jeitaço), "Autor", "Moda" e "Brunch", segundo a votação dos Chefs Henrique Sá Pessoa, José Avillez, Rui Paula e Vitor Sobral.
O suplemento indica o preço médio da refeição em cada um deles (que, segundo a minha experiência, tende a ser optimista em relação ao preço real) , por isso é escolher aquele que vai melhor com a nossa carteira. Quero conhecer tantos, que o melhor no meu caso é começar pelos "Económicos" ...seja como for, vou guardar, religiosamente, este suplemento.

29 de novembro de 2012

A Padaria Portuguesa

Já não falava de comida há quê? Meia horinha? Já tinha lido algures (e agora não me recordo mesmo onde, e gostava de recordar porque essa pessoa merecia fazer umas 50 flexões para não voltar a dizer coisas sem sentido) que afinal os produtos da Padaria Portuguesa não eram assim tão bons e que era tudo muita parra e pouca uva. E sempre que passava à porta ali no Largo do Camões, olhava de esguelha e pensava 3 vezes e nunca tinha cedido. Até ontem. E posso dizer que aquilo não é bom, aquilo é muitooooo bom! Mesmo com jantar marcado para pouco mais de 1h depois, experimentámos o Pão de Deus e uma fatia de bolo (que agora me arrependo de não ter perguntado o nome) e qual deles o melhor.
Saí dali com um dilema enorme em mãos : dar graças ao senhor por não existir nenhuma na minha zona, ou chorar pelo mesmo motivo?
A quem não conhece, recomendo que não perca mais tempo. Vão até lá sem sentimento de culpa e (a não ser que sejam como eu) pensem que "um dia não são dias".

PS- isto não é MESMO um post de publicidade. Nenhum post deste blog é. Não só não sou paga para falar sobre os sítios, como até pago tudo o que consumo.







25 de setembro de 2012

Sítios imperdíveis #2

Não gosto de sushi. Perdão, vou rectificar : não gostava de sushi até há uns dias atrás. Ouvia a maioria das pessoas dizer maravilhas, ficava impressionada com a quantidade de vezes que lhes apetecia uma refeição destas, achava que aquilo não era comida para mim, que não tinha substância nem estrutura. Achava que era, pura e simplesmente, a comida que estava na moda e daí a legião de fãs. Não gostava mesmo de Sushi. Provei pela primeira vez há uns anos, por sinal num dos melhores Restaurantes de Lisboa, e não me cativou. Dei-lhe a segunda oportunidade há cerca de um mês e, apesar de nos termos dado melhor do que na primeira vez, a relação parecia irremediavelmente condenada. Até ao dia em que me recomendaram o "Sushic Restaurante Fusão", e deu-se o click! E que click...
Neste momento, posso não só dizer que passei a gostar de Sushi (pelo menos nesta vertente de fusão), como dizer que é uma das melhores descobertas gastronómicas que fiz nos últimos anos. O Restaurante é simplesmente pefeito. Bem decorado (num estilo minimalista), com bom ambiente, com um atendimento 10 estrelas (muito por culpa da simpatia e profissionalismo do gerente, que é incansável), e uma comida que não só é um regalo para os olhos, como é deliciosa! Soberba. Abençoado projecto este! No meu caso, tem ainda a vantagem de estar localizado naquela que chamo de Margem certa do Tejo e ficar, por isso, a um pulinho de casa.
Fiquei fã, fiquei rendida. Vou voltar muitas vezes. E isto sim, é o que chamo de verdadeira conquista feita por um Restaurante à CM. E ser conquistada, às vezes, é muito bom.


2 de setembro de 2012

Sitios imperdíveis #1

Sexta feira foi assim:


Numa excelente companhia, rumei a um dos Restaurantes que mais curiosidade tinha em conhecer, ao qual pensei ir dezenas de vezes. Hoje, custa-me perceber porque raio só agora foi o escolhido. Mais vale tarde do que nunca, e neste caso valeu mesmo muito a pena. O Café Buenos Aires. O primeiro. O mais pequeno, também (abriu um outro a escassos metros deste, em tudo igual). Muito concorridos e com todo o mérito.
Por sorte (a espera por vezes compensa, quem diria!), a noite estava de Verão autêntico. E em noites de verão, neste restaurante, o jantar é na esplanada. E a esplanada tem uma vista ASSOMBROSA para o castelo de São Jorge. Daquelas dignas de postais. Todo iluminado, ao fundo, com Lisboa aos seus pés. E eu rendida. O bife argentino é excelente, o vinho argentino é bastante bom, e a ementa de sobremesas foi das poucas que me fez ceder nos últimos tempos. Bolo de chocolate com doce de leite? Comia todas as fatias que me metessem na mesa. Comia uma agora, aliás.Tudo 5 estrelas! A repetir, sem dúvida.
Numa noite de Verão, vão até lá. E sentem-se na esplanada. Ou sentem-se no interior, que tem uma decoração fabulosa.


CM

22 de julho de 2012

Marrakech

Depois de uns dias de ausência, parece-me justo começar pelo motivo da dita : a Cidade Vermelha! Marrakech...essa Cidade que me encantou de uma forma que não esperava. É um choque aos sentidos, um abanão, uma cultura tão diferente da nossa, que o espanto e a admiração são presença constante. Os contrastes, os sabores, os odores, o povo, a forma de estar, a boa disposição, o respeito pelos turistas tão diferentes que invadem a Medina diariamente. Tudo surpreende. As ruas apinhadas, estreitas, os souks, a arquitectura tão conservada, o comerciante nato que há em cada Marroquino. O caos do trânsito (considero-me uma boa condutora, mas confesso que jamais conduziria um carro em Marrakech), é avassalador. Atravessar uma rua é uma verdadeira aventura para a qual ninguém nos prepara. É como jogar um video game...queremos atravessar? Pois, mas vamos ter que ser astutos o suficiente para contornar os carros, as motas, as biciletas, as charretes e os burros que andam na estrada a um ritmo estonteante e que parecem nem dar pela nossa presença. Tudo isto vale a pena. Passear pelas ruas de Marrakech é uma surpresa constante! As cores e os mercados são de cortar a respiração. É uma explosão de sensações constante! Duas notas importantes : a paciência que é necessário ter para percorrer os souks e fazer compras, perante o constante assédio masculino (não há vendedoras mulheres) que roça a insolência e a resistência ao calor. Fez 48 graus naquela Cidade...48 graus!! É uma Cidade fantástica, que recebe bem os turistas e que se habituou ao choque cultural. Recomendo!!!



Kiss kiss