É basicamente isto.

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4 de julho de 2013

Enquanto o País anda envolto em novelas...

...eu, miúda que desde a "Tieta do Agreste" não mais se sentiu presa a uma novela, continuo a preferir o Cinema. Dito isto, passei só mesmo para vos dar uma ordem : se ainda não viram o filme "Mestres da Ilusão", VÃO VER!! JÁAA! Sim, ainda há uma sessão hoje, estão muito a tempo.
É, até ver, o melhor filme de 2013. Mas se quereis ignorar-me, tudo bem.
Para quem não sabe do que falo, fica o trailer:

15 de março de 2013

No meu Top 10.

A cada vez que vejo este filme, apaixono-me um bocadinho mais por ele.
 
 
 



 
 
 

 
 


 

Jerry: "If this is where it has to happen, then it’s where it happens. I’m not letting you get rid of me. How about that? This used to be my speciality. I was good in a living room. I’d do it alone. And now, I just..I don’t know. But tonight, our little project, our company had a very big night. A very, very big night. But it wasn’t complete. It wasn’t nearly close to being in the same vicinity as complete because I couldn’t share it with you. I couldn’t hear your voice, or laugh about it with you. I missed my — I missed my wife. We live in a cynical world. A cynical world. And we work in a business of tough competitors. I love you. You…complete me. And I just —"

Dorothy: "Shut up. Just shut up. You had me at hello."

 

 
 

 

6 de janeiro de 2013

Mais vale atirar o dinheiro à rua.

Os domingos são, invarialmente, dias de Cinema. É já um ritual entranhado, difícil de abandonar. É uma rotina que não me aborrece. Quem vai ao Cinema todas as semanas, arrisca-se a ver uma banhada de vez em quando. Como não sou mazinha e não quero que vos aconteça o mesmo, fica o alerta : afastem-se do filme "The Paperboy". A sério, não vão ver. Não sei o que dizer sobre o filme, a não ser que não presta. Ponto. E acreditem, um filme com um elenco composto por Matthew McConaughey , Nicole Kidman , John Cusack  e Zac Efron , essa cara laroca, tem que ser mesmo mau para me merecer estas palavras. Não tem ponta por onde se pegue.
Peguem nos quase 7 € e façam qualquer outra coisa. Comprem uma dúzia de farturas, por exemplo.

preciso ser uma pessoa muito perturbada para pensar em farturas a esta hora da noite).


10 de dezembro de 2012

Anna Karenina.

Este sabia que não podia perder. E consegui vê-lo já este fds, o que foi uma excelente notícia. Fiquei pregada à cadeira e de olhos fixos no ecrã todos os 130 minutos...excelente, a todos os níveis. Ou, pelo menos para quem gosta do género e, sobretudo, para quem acha a Keira uma das melhores actrizes desta geração. E eu acho! Além de lindissima, é uma actriz de mão cheia.
Baseado no Romance de Tolstói, relata a história da mulher que se sentia vazia apesar de toda a riqueza, popularidade e atenção que recebia. E, sinal que estas coisas não são exclusivo dos tempos modernos e o problema já vem de trás, cai em desgraça quando conhece um homem capaz de lhe dar a volta à cabeça e fazê-la colocar em causa toda a sua realidade. Está irrepreensivelmente interpretado pela Keira e pelo Jude Law( no papel no Marido traído, a personagem bondosa e estável). A história, essa, é sobejamente conhecida e não tem um final feliz.
Surpresa, surpresa, foi a interpretação da fonte de desejo e pecado de Karenina : Aaron Taylor-Johnson, no papel de Conde Vronski. O que é isto, Senhoras? E senhores também, vá. Fiquei de cara à banda com o charme desta personagem! É ver para crer, vão por mim. Uma presença de se lhe tirar o chapéu. O destaque vai para ele, perdoem-me. A foto que aqui fica é dele também.


1 de novembro de 2012

LOOPER - Reflexo Assassino.

Num dia em que todos falam do dia de todos os Santos, e porque não tenho nada a dizer sobre esse assunto, venho aconselhar este filme a todos que ainda não o viram. Sobre o filme vou só dizer :What a great "fucked up" movie!! Vejam.

Posso acrescentar que o Bruce Willis (não te reformes ainda, por favor) continua a ser um dos meus actores favoritos, e que gosto cada vez mais deste Joseph Gordon-Levitt.



30 de outubro de 2012

"Skyfall".

Hoje, já menos rodeada de açucar por todos os lados, já me posso concentrar na critica ao último 007. Consegui vê-lo no fim de semana, a par com "A Advogada", o que quer dizer que em termos cinematográficos, foi um fim de semana como gosto : bem recheado.

Vamos ao filme :

Quem é fã do Agente Secreto, concordará comigo : não é o melhor filme de sempre. Nem de longe. É um filme bem mais calmo do que os anteriores, com muito menos cenas de acção pura, menos efeitos especiais. O que para muitos poderá até ser um ponto positivo, mas, para mim, falta alguma da imagem de marca dos filmes 007. O argumento também está longe de ser o que mais prende o espectador, apesar de ter um final surpreendente (que não revelo, apesar de já ser tão falado, que caso algum de vocês ainda não saiba do que falo, será por mera sorte). Não contem, também, com tantas cenas escaldantes como até aqui.

Já no que diz respeito aos Actores principais, a história muda de figura. O Daniel Craig é, definitivamente, o meu Bond preferido. Não é o puro "bruto", nem o puro "gentleman´. É uma mistura perfeita entre os dois. E sim, desta vez bebe cerveja, mas também beberá um Martini lá mais para meio do filme, só para não se esquecer que é sofisticado. E está bem mais humano. Mais frágil. Mais irresistível, portanto.

Javier Bardem, por sua vez, está irrepreensível. Deve ser o melhor papel da sua carreira até ao momento. O louco "Silva" que interpreta, é uma personagem muito bem conseguida, com sentido de humor e alguma ironia, completamente obcecado com a sua vingança pessoal contra "M". Digno de estatueta dourada.

Não posso terminar o post sem fazer referência à música oficial do filme. Adele conseguiu produzir mais uma grande música, a minha preferida de todas as que já serviram de banda sonora ao Agente Secreto mais famoso do mundo. Juro que me arrepia sempre que a oiço.




28 de outubro de 2012

"A Advogada"



Há momentos de pura sorte. Não tinha lido nada sobre este filme, não sabia sequer que estava em cartaz. A escolha deveu-se à actriz principal que é para mim uma das melhores actrizes da actualidade - Hillary Swank. O filme é soberbo. Não é um filme de pipoca, não é um filme que nos deixa bem dispostos, não é uma distração. É um filme sobre a história verídica de uma mulher que faz sua missão, durante 18 anos, provar a inocência do irmão que foi condenado a prisão perpétua por um homídicio que alega não ter cometido. Só a irmã acredita nele. E esta luta torna-se a sua prioridade. Pelo meio, sacrifica o casamento que tinha, parte da relação com os filhos, a vida social, tudo. Decide ainda licenciar-se em Direito para provar a inocência do irmão mais velho.
O desempenho de Swank é inatacável. Perfeita, perfeita. É preciso um estômago forte para ver o filme, porque a dor que as personagens transmitem, é tão perfeitamente interpretada que afecta o menos sensível dos espectadores. Recomendo à séria.
O filme fez-me pensar na quantidade de pessoas que terão sido condenadas, um dia, injustamente? Que cumprem ou cumpriram penas que lhes roubam toda uma vida, com ausência de culpa. Serão muitas? Como é que um ser humando lida com isto? Com que força?

26 de outubro de 2012

Daniel, come to mommy.

Abram alas, senhoras e senhores, abram alas. Ele está de volta. Eu andava convencidissima que o filme estreava ontem, mas vai-se a ver e só estreou hoje. Não tem qualquer problema, seja muito bem vindo meu lindo, charmoso, talentoso, adorável 007. Uma pessoa até fica com vontade de se ver metida nalgum sarilho, perigo, situação que requeira a intervenção ao nível de Agente Secreto, right?

Sou fã confessa e assumida deste actor na pele de 007. É para mim o melhor até hoje. Ninguém concorda comigo, já sei, mas o que hei-de eu fazer? O senhor "conquistou-me".

E se acham que isto de ser 007 e aparecer com aquele corpo de cair para o lado aspeto robusto é simples, metam os olhos nisto:

"Para interpretar o papel de James Bond no filme '007 – Skyfall', que estreia em Portugal a 26 de Outubro, Daniel Craig sujeitou-se a uma disciplina rigorosa. O actor, de 44 anos, treinou pelo menos seis horas por dia durante seis meses antes de iniciar as filmagens. O programa incluía exercícios de musculação de alta intensidade em que tinha de levantar pesos com os braços e as pernas, fazer flexões e abdominais, elevações de tronco e circuitos de bicicleta. Tudo sem descansar entre cada exercício."

E mais :


"Depois das 14h, estava proibido de comer pão branco ou massa e a seguir às 17h não podia tocar em batatas nem arroz."

Antes de Domingo vai ser impossível marcar presença numa sala de cinema, mas não passa daí. A par do último filme da Saga Batman, quer parecer-me que este é um dos filmes do ano.

PS- agora que páro e penso nisso, n me lembro da última vez que não comi pão branco e massa depois das 14h, nem batatas e arroz depois das 17h...hum...

14 de outubro de 2012

Taken 2

Depois de um afastamento maior do que o desejado das salas de Cinema deste País, e já em ressaca completa, consegui ver este filme que estava em espera desde que estreou. Tinha ficado sem respiração com o primeiro. A expectativa era enorme. Não vou dizer que é melhor do que o anterior, mas é quase tão bom. Não é fácil pegar numa fórmula repetida vezes sem conta e fazer dela um bom filme. Não é para todos escolher um tipo de trama cujo final conseguimos adivinhar desde o primeiro minuto, e , mesmo assim, conseguir agarrar o espectador ao ecrã todos os minutos do filme. Mas a verdade é que o "Taken 2 " consegue mais uma vez. Para este sucesso, em muito contribui a prestação do Liam Nesson, que não desilude. Não falha. Não é um super actor, não é multifacetado. É um actor para determinado tipo de papéis, e nesses não dá hipótese. Tudo bem feito. Vale bem o dinheiro do bilhete.
Fiquei ansiosa, mais uma vez, pelo "Skyfall." Só o trailler do filme já é qualquer coisa. Muito curiosa com o "Looper" - Reflexo assassino. E na expectativa com o regresso do Richard Gere ( um chame, still) no seu novissimo "Arbitrage" - A fraude. Tudo a ver. Em breve.

3 de outubro de 2012

Para Roma com Amor.

Sim, a palavra Amor está muito presente hoje neste Blog. É coincidência (ou não).
Nos últimos anos considerei-me uma fã incondicional do trabalho do Woody Allen. E estava a correr tudo muito bem entre nós. Estava. Até ao "Midnight in Paris" e até dar-me razão agora com este "Para Roma com Amor". O filme não é mau, até porque tenho dúvidas que se possa algum dia dizer que um filme do Woody é mau. Mas não é o que já foi. Não vou alongar-me sobre as histórias várias que compõem (tão ao estilo dele) o filme, nem sobre as características peculiares das personagens. Não vou, porque tento que este blog não contenha spoilers. Mas vou dizer que achei as personagens fracas e com pouco conteúdo. Longe, muito longe da qualidade de verdadeiras obras de arte como "Match Point" , "Scoop", "O Sonho de Cassandra", "Vicky Cristina Barcelona" ou o meu mais recente adorado "Tudo pode dar certo".

Ainda assim, é sempre um regalo ver o Woody na pele de Actor. E ver as imagens de Roma, uma Cidade que me deixou rendida, foi de uma nostalgia inexplicável. Conheci esta Cidade com uma Amiga do coração, e voltava lá todas as vezes que pudesse.

22 de setembro de 2012

Selvagens.

Este filme levou-me a uma sala de Cinema ontem. É daqueles que não queria deixar passar. A realização a cargo de Oliver Stone, pesou uns 80% na minha escolha, há que assumir.
Dois amigos, uma namorada e um negócio em comum. Ela a lindissima (gira de morrer, até nós mulheres temos que dar o braço a torcer) Blake Lively, o negócio a Marijuana. A vida é uma festa ( um ménge até!) uma alegria, até ao dia em que um Cartel Mexicano liderado pela Salma Hayek (de quem não gosto particurlarmente,mas cuja pronuncia é deliciosa) decide acabar com a paródia. O resto não conto, uma vez que o filme ainda está em cartaz e recomendo vivamente a quem ainda não viu. Muito bem conseguido, com uma fotografia bastante boa, uma banda sonora muito acima da média e com interpretações que não desiludem.
De pé atrás, ia apenas com a Blake Lively, cujo trabalho conheço mal porque não sou seguidora da "Gossip Girl", série onde se destacou. Pois admito que o pé passou para a frente. A moça não se safa nada mal e tem o ar misterioso que a personagem exige. Muito bem escolhida.

E agora aqui entre nós, será possível gostar de duas pessoas ao mesmo tempo? Amar duas pessoas, com a mesma intensidade e por motivos diferentes?  Soa-me a terreno incerto... e perigoso.

18 de setembro de 2012

Addicted to Revenge

Muitos devem já conhecer este nome. Para quem não conhece, é uma das novas séries que tivemos a sorte de ver chegar a Portugal.. E para quem gosta de séries, como eu, esta é daquelas que vos vai viciar e deixar na expectativa até ao próximo episódio.
A história é simples : Emily Thorne (que na verdade se chama Amanda Clarke) regressa aos Hamptons, local onde passou a infância com o seu Pai, para vingar a pena de prisão perpétua à qual este foi condenado por ter sido incriminado pelos vizinhos/amigos. Emily recebe, anos mais tarde, uma caixa que contém todos os pormenores/provas sobre a inocência do Pai e decide acabar, uma a uma, com a vida de cada um dos envolvidos.
Ao segundo episódio, já é bom de ver que a série promete. Destaco a boa interpretação de Emily Vancamp no papel de Emily Thorne, mas destaco, sobretudo, a magnifica interpretação de Madeline Stowe no papel de Victoria Grayson, a má da fita. E agora entre nós, palpite meu que pode estar completamente errado, a má da fita nesta série não será afinal assim tão a má da fita. Veremos.

Terças Feiras, na fox life, às 21:25. A não perder.


CM

12 de setembro de 2012

Tenham medo, tenham muito medo.

Começa hoje o MOTELx - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa. Para quem não sabe, esta moça aqui é uma grande fã de filmes de terror. Vejo quase todos que chegam às nossas salas de Cinema. Não gosto de todos, saio muitas vezes da sala a pensar "se isto é um filme de terror, vou ali ouvir as notícias sobre a crise a ver se me assusto a sério!". Mas tento ver todos os possíveis, porque não há nada como um bom filme de terror para nos prender à cadeira e cortar a respiração. Neste momento, aguardo com alguma ansiedade o meu guilty pleasure nesta matéria : o próximo "Actividade Paranormal" - que não aconselho aos mais sensíveis e com dificuldades em adormecer após um filme de terror...eu própria, após ver o primeiro desta "saga", passei boa parte da noite à espera que alguma alma possuída aparecesse à minha porta.

Dito isto, digo também que, com muita pena, e tendo em conta as datas do festival, não vou conseguir assistir a um único filme do cartaz, o que me tem "aterrorizado". Fãs de filmes de terror que estejam a ler-me, aproveitem. O festival está aí.

CM

7 de setembro de 2012

HIMYM

Já devia há muito ter escrito umas linhas sobre esta série. É só a melhor série que já tive a sorte de ver. Sou uma enorme fã do Seinfeld, mas o “How I Met Your Mother”, conseguiu arrebatar o primeiro lugar do meu coração. Vai na 7ª temporada e está praticamente a começar a 8ª. Não quero sequer imaginar o fim desta série. Vai ser um dia triste. Vai deixar um espaço difícil de ocupar nas minhas horas de ócio.
Para quem não conhece (200 flexões, já), temos um narrador de serviço, o Ted, que conta aos dois (pacientes) filhos, a história (detalhadíssima) da sua vida até ao dia em que conheceu a mãe deles. De forma deliciosamente divertida. É imperdível. A quem não viu um único episódio (150 abdominais, agora) e a quem não a segue religiosamente (100, vá, mais 100 flexões), eu tenho uma só coisa a dizer : emendem essa falha. Não se arrependem.
Deixo-vos as características essenciais das personagens que tão bem compõem o elenco:

Ted – é o eterno romântico. Passou metade da sua vida à procura da mulher perfeita do compromisso ideal, do Amor para a vida. O insatisfeito. Inseguro, também. Costumo dizer que o Ted é a “mulher” da história. Vejam e digam-se se não tenho razão.

Marshall – é o namorado/marido que todas as mulheres idealizam. Atencioso, romântico, com sentido de humor, inteligente e fiel.

Lilly – a namorada/mulher do Marshall. É tudo o que o Marshall é, mas no feminino. Formam o casal perfeito. Daqueles que duvidamos que existam, mas queremos acreditar que sim.

Robin – a minha personagem favorita.  Apregoa ao mundo inteiro que não quer compromissos. Que tem alergia a bebés. Que está sempre bem. Que não há nada que um whiskey não resolva. É a capa que a protege. No fundo, não é nada disto. O que talvez explique porque é que simpatizo tanto com a Robin...


Barney – O Barney? É a alma da série. É meia série, só ele, sozinho.É simplesmente indescritível. Mas vou tentar : é um mulherengo que faz listas de todas as mulheres que já teve ; que as pontua; que vive num apartamento pensado para todo o tipo de engate e à prova de qualquer relação duradoura; faz truques de magia; só veste fatos; ninguém sabe que emprego tem, mas nada em dinheiro; é machista que só ele. É uma verdadeira “personagem”, lá está. As expressões “True Story” e “Legend, wait for it, dary!”, são a sua imagem de marca.

Abençoados Carter Bays e Craig Thomas. Os realizadores.
PS- a propósito, o último episódio da 7.ª temporada, deixou-me em pulgas! Não vou falar dele, para não estragar a série a quem queira começar a segui-la, mas é para mim o episódio mais surpreendente até hoje. 
CM

30 de agosto de 2012

Ordem para matar...mas seduzir, pelo meio.

Com estreia apontada para o dia 25/10/2012 ( tic tac, tic tac!), chega novamente o agente secreto mais charmoso do mundo. ALELUIA! Os filmes, é certo, envolvem uma quantidade épica de efeitos especiais e desafios impossíveis de ultrapassar (o que muitos apelidam de "banhada"), mas eu não consigo deixar de adorar os filmes 007, mesmo com o exagero que lhes é tipico. E não, o meu agente preferido não é o Pierce Brosnan. É mesmo o descoberto recentemente Daniel Craig. O senhor tem tudo o que é preciso para encarnar a personagem : é rude, gentleman e charmoso, tudo em doses q.b. Não tem aquele ar de quem tem medo de amarrotar o fato (por favor, Pierce! Mais depressa salvava eu o Mundo!).
E sempre que falo em 007, recordo-me das bandas sonoras fantásticas que têm acompanhado o agente secreto e as bond girls. E sempre que me recordo das bandas sonoras, penso "como é que é possível esta música ainda não ter integrado um dos filmes? Quem é que anda a dormir?? Quem são os responsáveis???". Venero esta música. E desde a primeira vez que a ouvi, que penso "isto é material para um 007". Vou encaminhar a sugestão. E quero os devidos créditos no final do filme.

CM

12 de agosto de 2012

The Dark Knight Rises - Mind blowing!!

Impressionante!! Ainda estou "arrepiada"! Andava em ânsias, cheia de ganas, em pulgas, mortinha por ver este filme. Desde o dia da estreia que me penitencio, diariamente, por estar em falha com a sala de cinema. Pois que hoje decidi que isso tinha que acabar. E, senhoras e senhores, que filme! Um final épico, à altura da saga do meu super herói favorito. São 164 minutos sem desviar os olhos do ecrã, posso garantir. É impossível.
C. Bale está no seu melhor, como seria de esperar! Soberbo! A merecida vénia. Anne Hathaway, de quem nem sou fã, está fantástica. A banda sonora é, simplesmente, majestosa!
Vai ser difícil um filme superar este filme, nos próximos anos. Não lhe consigo apontar defeito. Só o facto de ser o último e já me sentir nostálgica. Felizmente, posso revê-lo as vezes que me apetecer. Sempre que me quiser lembrar do que é feito um excelente filme.

CM