É basicamente isto.

É basicamente isto.

5 de junho de 2015

Marco Silva, Bruno de Carvalho e Jorge Jesus.

Vou escrever da forma mais séria possível sobre este tema, começando, no entanto, por dizer que já muito me ri com todas as imagens, piadas, piadolas e trocadilhos feitos no espaço de 48h. Nisto, o Português é imbatível! Há muito e bom humor neste País.
Jorge Jesus é um bom treinador. Acho que ninguém, independentemente da cor do seu coração, diz o contrário. Tem provas dadas, já mostou o suficiente para estar entre os melhores. Acresce que JJ é Sportinguista. Diz que é, desde pequeno, em muito influenciado pelo Pai a quem terá prometido um dia treinar o ser Clube de coração. Aqui chegados, racionalmente, todos os Sportinguistas deveriam dar pulos de alegria com esta contratação. E muitos dão. Mas eu ainda não consigo. Não gosto, nunca gostei, daquela atitude, daquela postura. Daquilo que roça ali a falta de educação quando se sente pressionado, quer por jornalistas, quer por resultados. Não gosto da fanfarronice, igualmente. Custa-me, por estes motivos, ver JJ no SCP. No entanto, racionalmente, e colocando este desagrado pessoal de lado, acredito que conseguirá atingir grandes objectivos no SCP e que ainda irá conquistar o coração daqueles que ainda não conquistou. Que seja bem- vindo, que se porte bem, e que nos continue a dar motivos para umas boas gargalhas com as suas conferências.

Quando estavam os Sportinguistas ainda a recuperar desta "bomba" que dividiu adeptos, rebenta uma outra bomba, a meu ver, bem mais gravosa para todos aqueles que têm um orgulho enorme na Instituição que é o Sporting : Marco Silva é ignorado, no meio de todo este processo, e acaba por ser despedido com alegada Justa Causa. A Justa Causa é um conceito complicado de entender, sobretudo quando não se conhece o Contrato em questão. E a partir daqui, a Direcção do Sporting dá dois tiros em cada pé : não explica aos Sócios e Adeptos que motivos existem para esta rescisão com justa causa - com a agravante de estarmos perante um treinador que acaba de nos trazer uma Taça de Portugal às prateleiras do Clube - , e Bruno de Carvalho não comparece à reunião na qual é comunicado o despedimento a Marco Silva. O primeiro tiro no pé é grave, porque esta medida, sem uma explicação adequada, é apta a dividir, mais uma vez, os sportinguistas. A maioria, aliás, já fez saber que não concorda com o despedimento nestes moldes, e coloca, cada vez mais, em causa o trabalho de Bruno de Carvalho. O segundo tiro no pé é ,simplesmente, uma enorme falta de respeito pelo trabalho desenvolvido por Marco Silva. 

Neste momento, aguardo explicações sobre este despedimento. E quero acreditar, honestamente, que elas não passarão pelo não uso de fato oficial numa eliminatória da taça, ou pela não comparência a uma reunião, razões que ontem eram avançadas como os motivos na origem da Justa Causa. Quero acreditar que esta palhaçada não se passa no SCP, e que continuamos a ser um Clube sério, que trata os seus funcionários com seriedade e dignidade. E que o nosso Presidente, apesar de pouco ortodoxo, é um presidente que dignifica o nosso clube. Mais, que é um Presidente que sabe que nenhum destes motivos se aguenta em Tribunal, e que Marco Silva não será ingénuo ao ponto de negociar um acordo , apenas e só, com base em motivos tão frágeis.

Como é que está o meu coração? O coração dos Sportinguistas aguenta tudo, já se sabe!

4 de junho de 2015

Disso da Capa da Revista - Votação.

Homens, se vieram ler este post, as minhas desculpas. Esqueci-me de avisar que o tema, provavelmente, não vos interessa. Mas em querendo, não se acanhem. Também podem sempre votar na Tininha.
Mulheres, agora é connosco. Que me dizem? Parecido ou quê? Como diz a outra, vai dar ao mesmo.


(calma, não se precipitem. Ninguém vos está a apontar uma pistola à cabeça. Pensem e votem em consciência)

Numa nota mais séria sobre o tema, que tem importância zero, já agora, mas já se sabe que é difícil uma pessoa não opiniar mesmo sobre o que não tem qualquer importância neste País, devo dizer que gosto da capa. Não sei que segmento quer a Cristina Ferreira atingir, nem sei qual o conteúdo da revista, mas, na capa, o que vejo é um homem de bem com o seu corpo. E com um corpo bonito. A antipatia pela capa passará, quer parecer-me, mais pela antipatia com os próprios intervenientes.
Por mim, Cristina, bravo! Se conseguires fazer uma capa com o Pêpê Rapazote, com o José Fidalgo ou com o Jorge Corrula, nos mesmo propósitos, ficar-te-ei eternamente grata!

Nota de rodapé : este texto NÃO foi escrito em parceria com a Revista Cristina.

Nota de rodapé II : sim, estou em negação com as notícias que dão o JJ como certo no SCP e vou ignorar esse tema até confirmações oficiais. Já liguei ao Bruninho, mas vou sempre parar ao voice-mail.

3 de junho de 2015

Disso de Portalegre.

Em primeiro lugar, um breve apontamento sobre a Cidade de Portalegre : não tenho, nem eu nem a maioria das pessoas, creio, o que quer que seja contra esta Cidade. Nos últimos dias, e desde que saiu esta notícia, encontrei vários comentários dos habitantes de Portalegre revoltados com facto da Cidade não ser notícia por todos os outros bons motivos, e ser por este. O nome da Cidade está nas bocas do País, apenas porque foi de facto em Portalegre que tudo se passou. Fará pouco sentido falarmos do assunto com um misterioso "aquilo que aconteceu naquela Cidade cujo nome não podemos pronunciar". Aconteceu em Portalegre, mas podia ter acontecido em qualquer outra Cidade, porque a falta de bom senso não encontra limites geográficos. Infelizmente.

Em Portalegre, a PSP ( também não faz sentido dizer "aqueles senhores fardados") e a Autarquia, decidiram, entre outras acções, celebrar o dia da Criança com uma acção em que é simulado um motim entre as forças das Autoridades e Manifestantes que lançam "pedras de papel".
Nos últimos dias, as opiniões dividem-se entre quem achou esta acção uma barbaridade, e quem acha um verdadeiro desperdício tanta preocupação com este tema quando, como se sabe, há tantos problemas a carecer da nossa atenção neste País.

Eu, por acaso, não sou Mãe. Eu, por acaso, não sou professora. Também não sou psicóloga e/ou socióloga. Mas nenhuma destas circunstâncias me impede de ver a falta de bom senso desta acção. O objectivo era pedagógico, defende a Autarquia. O objectivo era explicar o papel da autoridades, e a diferença entre aquilo que se deve ou não fazer. Eu leio e oiço estes argumentos, e tenho uma dificuldade enorme em entender que se ache necessário, ou útil, envolver as crianças numa simulação de conflito e violência, para lhes ensinar a diferença entre o certo e o errado. O que mais estará na calha, no que diz respeito ao futuro da educação? Vamos administrar drogas às crianças para que sintam os efeitos negativos, e aprendam que a droga é uma coisa má? Vamos dar-lhes um ou outro cigarro nos intervalos? São exemplos exagerados, pois são. Mas estou com dificuldade em entender esta técnica de ensino/pedagogia.

Eu não sou Mãe, poderão vir cá as Mães que aceitam esta acção como normal dizer-me. Mas se fosse Mãe de uma criança daquelas, estaria agora a pedir satisfações sobre o assunto.
Entretanto, a Presidente da Câmara de Portalegre lamenta apenas o facto da fotografia ter sido publicada. Sim, percebo. De facto, teria dado um jeitão ninguém ter visto. Vivemos na era digital, senhora. Era de prever, digo eu.


PS- no momento em que publico este texto, já rebentou outro escândalo. Quaresma, quase nu, sentado num sofá. Isto sim, é preocupante, não é meu Portugal?

2 de junho de 2015

Tira o cavalinho da chuva!

e muito mais...Mariana Crisóstomo fez ilustrações que têm o objetivo de representar literalmente várias expressões Portuguesas. O resultado (ver notícia completa  aqui ) é engraçado e remete-nos para a curiosidade na origem de cada uma destas expressões, agora que olhamos para elas de forma literal (um dia destes, com tempo, vou pesquisar de que situações nasceram).

Deixo-vos as minhas preferidas.





Tirar o Cavalinho da Chuva


A minha expressão/ditado/provérbio Português favorito, será sempre o "Saco vazio não fica em pé". Sem surpresas, não é? Pois...

1 de junho de 2015

Um dos maiores flagelos dos nossos tempos...

...é o facto das salas de cinema terem deixado de ter, na sua esmagadora maioria, lugares marcados. Isto fez-nos, a todos, perceber uma realidade perturbadora : as pessoas não sabem o alfabeto. Pronto, já disse. É ver quedas nas escadas, tropeções, pipocas entornadas, tudo porque andam ali, para cima e para baixo, num assustador "ora bem, é a fila F...estamos na H, por isso, é para cima...quer dizer, para baixo...quer dizer, espera lá, qual é a fila mesmo?"

É uma derrota em toda a linha para os professores do ensino básico.