É basicamente isto.

É basicamente isto.

4 de junho de 2015

Disso da Capa da Revista - Votação.

Homens, se vieram ler este post, as minhas desculpas. Esqueci-me de avisar que o tema, provavelmente, não vos interessa. Mas em querendo, não se acanhem. Também podem sempre votar na Tininha.
Mulheres, agora é connosco. Que me dizem? Parecido ou quê? Como diz a outra, vai dar ao mesmo.


(calma, não se precipitem. Ninguém vos está a apontar uma pistola à cabeça. Pensem e votem em consciência)

Numa nota mais séria sobre o tema, que tem importância zero, já agora, mas já se sabe que é difícil uma pessoa não opiniar mesmo sobre o que não tem qualquer importância neste País, devo dizer que gosto da capa. Não sei que segmento quer a Cristina Ferreira atingir, nem sei qual o conteúdo da revista, mas, na capa, o que vejo é um homem de bem com o seu corpo. E com um corpo bonito. A antipatia pela capa passará, quer parecer-me, mais pela antipatia com os próprios intervenientes.
Por mim, Cristina, bravo! Se conseguires fazer uma capa com o Pêpê Rapazote, com o José Fidalgo ou com o Jorge Corrula, nos mesmo propósitos, ficar-te-ei eternamente grata!

Nota de rodapé : este texto NÃO foi escrito em parceria com a Revista Cristina.

Nota de rodapé II : sim, estou em negação com as notícias que dão o JJ como certo no SCP e vou ignorar esse tema até confirmações oficiais. Já liguei ao Bruninho, mas vou sempre parar ao voice-mail.

3 de junho de 2015

Disso de Portalegre.

Em primeiro lugar, um breve apontamento sobre a Cidade de Portalegre : não tenho, nem eu nem a maioria das pessoas, creio, o que quer que seja contra esta Cidade. Nos últimos dias, e desde que saiu esta notícia, encontrei vários comentários dos habitantes de Portalegre revoltados com facto da Cidade não ser notícia por todos os outros bons motivos, e ser por este. O nome da Cidade está nas bocas do País, apenas porque foi de facto em Portalegre que tudo se passou. Fará pouco sentido falarmos do assunto com um misterioso "aquilo que aconteceu naquela Cidade cujo nome não podemos pronunciar". Aconteceu em Portalegre, mas podia ter acontecido em qualquer outra Cidade, porque a falta de bom senso não encontra limites geográficos. Infelizmente.

Em Portalegre, a PSP ( também não faz sentido dizer "aqueles senhores fardados") e a Autarquia, decidiram, entre outras acções, celebrar o dia da Criança com uma acção em que é simulado um motim entre as forças das Autoridades e Manifestantes que lançam "pedras de papel".
Nos últimos dias, as opiniões dividem-se entre quem achou esta acção uma barbaridade, e quem acha um verdadeiro desperdício tanta preocupação com este tema quando, como se sabe, há tantos problemas a carecer da nossa atenção neste País.

Eu, por acaso, não sou Mãe. Eu, por acaso, não sou professora. Também não sou psicóloga e/ou socióloga. Mas nenhuma destas circunstâncias me impede de ver a falta de bom senso desta acção. O objectivo era pedagógico, defende a Autarquia. O objectivo era explicar o papel da autoridades, e a diferença entre aquilo que se deve ou não fazer. Eu leio e oiço estes argumentos, e tenho uma dificuldade enorme em entender que se ache necessário, ou útil, envolver as crianças numa simulação de conflito e violência, para lhes ensinar a diferença entre o certo e o errado. O que mais estará na calha, no que diz respeito ao futuro da educação? Vamos administrar drogas às crianças para que sintam os efeitos negativos, e aprendam que a droga é uma coisa má? Vamos dar-lhes um ou outro cigarro nos intervalos? São exemplos exagerados, pois são. Mas estou com dificuldade em entender esta técnica de ensino/pedagogia.

Eu não sou Mãe, poderão vir cá as Mães que aceitam esta acção como normal dizer-me. Mas se fosse Mãe de uma criança daquelas, estaria agora a pedir satisfações sobre o assunto.
Entretanto, a Presidente da Câmara de Portalegre lamenta apenas o facto da fotografia ter sido publicada. Sim, percebo. De facto, teria dado um jeitão ninguém ter visto. Vivemos na era digital, senhora. Era de prever, digo eu.


PS- no momento em que publico este texto, já rebentou outro escândalo. Quaresma, quase nu, sentado num sofá. Isto sim, é preocupante, não é meu Portugal?

2 de junho de 2015

Tira o cavalinho da chuva!

e muito mais...Mariana Crisóstomo fez ilustrações que têm o objetivo de representar literalmente várias expressões Portuguesas. O resultado (ver notícia completa  aqui ) é engraçado e remete-nos para a curiosidade na origem de cada uma destas expressões, agora que olhamos para elas de forma literal (um dia destes, com tempo, vou pesquisar de que situações nasceram).

Deixo-vos as minhas preferidas.





Tirar o Cavalinho da Chuva


A minha expressão/ditado/provérbio Português favorito, será sempre o "Saco vazio não fica em pé". Sem surpresas, não é? Pois...

1 de junho de 2015

Um dos maiores flagelos dos nossos tempos...

...é o facto das salas de cinema terem deixado de ter, na sua esmagadora maioria, lugares marcados. Isto fez-nos, a todos, perceber uma realidade perturbadora : as pessoas não sabem o alfabeto. Pronto, já disse. É ver quedas nas escadas, tropeções, pipocas entornadas, tudo porque andam ali, para cima e para baixo, num assustador "ora bem, é a fila F...estamos na H, por isso, é para cima...quer dizer, para baixo...quer dizer, espera lá, qual é a fila mesmo?"

É uma derrota em toda a linha para os professores do ensino básico.

31 de maio de 2015

SPOOOOOOOOOOOORTING!!!

Venho anunciar, em primeira mão, que o Sporting Clube de Portugal vai organizar um workshop intitulado "É assim que se faz, sem colinho". Se queres garantir a tua inscrição, não percas tempo. Estima-se que cerca de 6 milhões de Portugueses irão inscrever-se.