É basicamente isto.

É basicamente isto.

29 de maio de 2015

Venha cá, Blatter...

...e explique lá isso melhor aqui aos leitores do estaminé.

Vamos a uma pequena entrevista, pode ser?


Madeixas - "Está com um ar abatido, Sr. Blatter..."


Blatter - "Então já me viu isto, Madeixas? Não se pode confiar em ninguém, ninguém me dá conta de nada..."

Madeixas- "Desculpe, mas está a dizer-nos que...foi apanhado de surpresa? As suspeitas de corrupção remontam já a 1990..."


Blatter - " Surpresa das surpresas, Madeixas! Eu nem estava bem ciente do que se falava. Tive de ir consultar a palavra corrupção ao priberam. Fiquei para morrer!"

Madeixas - "Então mas não sabe de nada? Olhe que isso também não lhe fica bem..."

Blatter - " Quer dizer, sei umas coisas, sei, então claro. Por exemplo, sei que o Mundial de Futebol se realiza na Rússia! Também não ando lá a dormir."




Madeixas - " Pois, estou a ver...mas olhe, chegou aqui ao conhecimento do "Na Ponta da Madeixa", que também estará a ser investigado. Confesse-nos, aqui que só meia dúzia de pessoas lêem isto, qualquer dia,pela fresquinha, também lhe vão tocar à campainha, não vão?"



Blatter - "Bom, menina Madeixas, já que me diz que é aqui entre nós...espere lá, que luz é essa? Desligue lá esse gravador, sff..."


Pergunta final : não haverá para aí um motorista que se possa culpar?

28 de maio de 2015

Alerta : droga nos areais portugueses!!

Alguém tem de falar deste assunto e dizer as coisas como elas são. Anda tudo muito aflito com  venda de louro prensado na baixa lisboeta, em vez de haxixe ((já não nos bastava a imagem da Capital que tenta vender à força droga aos turistas, ainda nos faltava a imagem de trapaceiros. É que nem a praticar crimes somos honestos, benza-nos o Senhor!) , mas eu não vejo ninguém preocupado com o que se passa nas Praias portuguesas.

Falo-vos, obviamente, da Bola de Berlim! Essa mesmo! Essa droga que é vendida debaixo do nariz dos nossos governantes, das nossas crianças e de todos nós. Sem punição. Sem limites! "Estás doida, CM! Aquilo lá tem droga!". Pois, meus Caros, desenganem-se. Tem droga. Claro que tem droga. Só isto explica o facto de várias pessoas, autora incluída, passarem 2/3 do Ano sem comprar uma única Bola de Berlim, e serem incapazes de resistir a este bolo nas praias. Pela minha alma : não me lembro da última vez que entrei numa pastelaria para comprar uma Bola de Berlim. E elas andam por lá, nas vitrinas, cheias de bom aspecto, com aquele creme brilhante a espreitar. Mas não, não compro.

Depois chega o Verão. E com ele, a moda que se instalou das Bolas de Berlim na Praia. E eu chego ao areal, estendo a minha toalha, aplico o meu protector, folheio o meu livro ou revista, reviro os olhos com as conversas que se ouvem um pouco por todo o lado, praguejo entre dentes por ter escolhido mal a vizinhança, e todas aquelas coisas que caracterizam uma ida à praia, mas nunca, em momento algum, deixo de procurar os vendedores das Bolas de Berlim. "Onde estão? Já terão passado? Voltarão a passar? Ontem a esta hora já tinha comido uma, raios!". Ora, aquilo tem droga! Ninguém me convence do contrário.

Alguém desse lado resiste às Bolas de Berlim na praia? Pois. E no resto do ano nem lhes tocam, aposto. Cambada de drogados, é o que somos!

PS- a Bola de Berlim na praia custa 1,50€. Uma pequena fortuna por um bolo. Mas, obviamente, como qualquer ressacado, às vezes acho que pagaria o dobro pelo produto.






27 de maio de 2015

A mais poderosa.

Agora que está encerrado o inquérito do texto anterior, venho não só agradecer a vossa participação em toda a escala, como dar a conhecer que foi um sucesso! Tenho a caixa de correio cheia de mails de várias pessoas que me dizem que este é, até ver, mais um dia como os outros o dia mais feliz do ano! 

Dito isto - no dia do meu regresso, a roubar-me protagonismo - Merkel foi eleita (surpresa!) a Mulher mais Poderosa de 2015. Nada a dizer. Uma só imagem: 


(agora sim, estamos todos a pensar no mesmo, não estamos?)

26 de maio de 2015

Quem é que anda aí?

Oláaaaaaa!!


(Que eco é este...?)



Podia começar por dizer as saudades que tenho vossas, podia começar por contabilizar os disparates que me passaram pela cabeça durante este longooooo ano, e que tive de guardar (ninguém me atura com a vossa paciência) para mim, mas vou começar por fazer um breve inquérito:



a) "Tão bom, Madeixas! Voltaste! Nunca mais nos abandones!";



b) "Como é que deixo de seguir esta porcaria, mesmo?"



c) "Isto é o nome de algum vírus novo? Vou já telefonar ao João, o meu amigo informático.";



d) "Esta tipa quer é vir esfregar-nos na cara a conquista da Taça de Portugal, no Domingo";



e) "Esta tipa quer é vir para aqui publicar fotos dos 241 dias de férias que tem";



f) "Não te queremos de volta. E sim, somos brutos!".



Por favor, minha gente (ou quem ainda aqui anda na esperança que isto reanime), participem no inquérito. Escolham uma ou mais opções. Nenhum voto será anulado, e será feita uma análise completamente imparcial (vou fazer o que me apetecer, leia-se) dos votos recolhidos.



Muito agradecida!



Até já!




14 de abril de 2014

Até um dia destes, minha gente boa.

Caríssimos leitores, deixem-me começar com um pedido de desculpas por esta ausência não justificada. É certo que a maior parte de vocês não deu por ela ( podia estar caída num canto lá de casa, em avançado estado de decomposição. Não se pode contar convosco para nada, catano!) , mas, ainda assim, depois de dias, semanas, meses e anos a aturar-me com uma paciência digna de santos, mereciam uma explicação menos tardia.
Adoro de paixão este canto, e todos vocês que por aqui passam diariamente. Alguns até com paciência para deixar umas palavras, coisa que, se nunca agradeci antes da forma como merecem, aproveito para agradecer agora. A companhia que as pessoas que estão desse lado fazem a quem tem um blog, só é possível de entender, lá está, por quem o tem. Muitos de vocês, bloggers também, sabem bem que é verdade. Passam a fazer parte dos nossos dias, o que é uma das realidades virtuais mais curiosas de sempre. Mas, dizia eu, adoro este canto. De uma forma que nunca pensei ser possível. Sinto falta de cá vir, de forma diária, como em tempos me foi possível. Sinto falta de passar pelos vossos cantos e saber como vão as vossas vidas. De ler os vossos desabafos, alegrias, vitórias, amores e desamores. No entanto, com muita pena minha, ultimamente tem sido impossível ter tempo, quer para partilhar convosco tudo o que me apetece partilhar, quer para vos ler. Infelizmente, e ao contrário do que pensei inicialmente, o acumular de tarefas, e a consequente falta de tempo livre, não me parece uma realidade temporária. Não sei até quando será assim, o que me fez sentir a necessidade de vos escrever este post. Jamais desapareceria da blogosfera sem vos dirigir umas palavras, na certeza que é isso que, no mínimo, merecem da minha parte.

Por tudo isto, o "Na Ponta da Madeixa" é capaz de ter chegado ao fim. Não sei. Sei que, por agora, não tenho o tempo que, quer ele quer vocês, mereciam que tivesse para dedicar. Espero conseguir voltar, pelo menos, de vez em quando. Se não para escrever, pelo menos para ler os vossos cantos e dizer uns disparates por lá.

Um beijinho enorme a todos, a todos mesmo que por cá passaram durante todo este tempo. Um beijinho muito especial aos "clientes da casa", aos que tantas vezes ajudaram a perceber tanta coisa, aos que me dispensaram vários minutos das suas vidas a escrever aqui.

Até um dia destes, gente boa!