É basicamente isto.

É basicamente isto.

6 de maio de 2013

Oh senhora!!!!

Eu presumo que seja por casos destes, que todas nós depois temos fama de não conseguir estacionar um carro...Honestamente, nunca tinha visto nada assim! Que pilha de nervos, só de olhar. Tenho 3 teorias que podem, possivelmente, explicar o que aconteceu :

- a senhora estava completamente entornada;
- a senhora estava completamente entornada; ou
- não estando entornada, este video não é verdadeiro.

PS- atenção, esta carapuça não me serve. Já dizia o meu instrutor de condução, que tinha visto poucas mulheres estacionar tão bem. E pois que é mesmo verdade. Consigo estacionar o carro em sítios que nem o diabo desconfia.


5 de maio de 2013

Isto da idade tem muito que se lhe diga.

Uma pessoa sabe que está a ficar velha, porque tem noção que completa 34 Primaveras dentro de menos de 48 horas. Mas ainda que não soubesse, ainda que o calendário a deixasse esquecer, uma pessoa tem a certeza que a idade está a ganhar quando tenta fazer um fim de semana cheio, daqueles de só parar para dormir qualquer coisa, e chega a domingo à noite com a sensação de ter sido atropelada por qualquer coisa não menos pesada do que uma manada. Uma pessoa pensa que faz uma noitada na sexta-feira, e que consegue fazer o mesmo no sábado. Pensa que consegue manter as actividades
programadas para durante o dia, e estar fresca que nem uma alface. Pois, meus caros, isto já não é assim tão possível. Uma pessoa, que  que não consegue adormecer com qualquer tipo de barulho e/ou claridade, adormece no banco de trás do carro numa viagem às 18h. Como se fosse uma criança. Uma pessoa faz os possíveis para não sentir a idade passar, ignora o calendário, mantém o ritmo que tinha na adolescência, mas acaba por levar com a realidade em cheio na cabeça : o passar dos anos é f*****. Lixado, portanto. Essa pessoa pode, ou não, ser a Autora.
 
Mesmo assim, ainda houve energia para isto. Porque a Mãe T. merece.
 
 
 

3 de maio de 2013

Carta aberta.

Ao Universo :
Um dia, vou perceber as tuas motivações. Quero mesmo, mesmo e a sério. Nunca tivemos uma relação fácil. Se és tu quem distribui a sorte, convenhamos que não estou propriamente na tua lista de prioridades. Convenhamos que, para mim, o teu plano parece ser outro. Tens que colocar as armadilhas no caminho de alguém, percebo. Já me habituei a identificá-las, já me ensinaste qualquer coisa. Já te mostrei que, ainda que ganhes, vou dar trabalho. Vou ser persistente, vou ser inconformada, vou lutar, vou recusar-me a aceitar o teu desígnio sem espernear. Se já temos uma história juntos, se já sabes disto, se já me viste passar-te a perna uma ou outra vez, continuas a desafiar-me com que objectivo? Às vezes, ainda me enganas, tenho de assumir. Ainda me fazes caminhar precisamente no sentido que escolheste, aquele que me vai colocar à prova, sem que perceba antes de já estar demasiado próximo. Um dia, isto tem que acabar, sabes disso. Ou espero que saibas. Talvez tenhas um desafio tamanho à minha espera, que precises de saber se estou à altura. Mas, por uma vez, podias ter atirado para o meu caminho uma coisa simples. Não precisava de mais uma coisa impossível de concretizar. Imagino as gargalhadas que dás. Eu, honestamente, não estou com vontade de rir. Há partidas que não se pregam. E, para ajudar, despejas-me, ao jeito de cereja no topo do bolo, um balde cheio de desilusão em cima. Ainda consegues colocar-me no caminho pessoas difíceis de "ler" e sobre as quais tento pensar o melhor. Não quero tornar-me numa daquelas pessoas que esperam à partida o pior. Não gosto dessa má vibração. E, precisamente por causa disso, conseguiste enganar-me mais uma vez.
Agora dá-me licença que te ignore em absoluto. Vou estar ocupada a desfazer a merda que fizeste. Outra vez.
PS- tens muito que me compensar.
Atenciosamente,

2 de maio de 2013

Crianças com armas?

Tenho alguma dificuldade em pronunciar-me sobre o caso da criança de 5 anos que matou, acidentalmente, a irmã de 2, nos Estados Unidos. Costumo imaginar a dor da família, o desespero que se vive, uma vida que não volta. Neste caso, imagino até o que será crescer na pele desta criança de 5 anos, na culpa que certamente sentirá um dia. Não é meu hábito falar sem conhecer todos os pormenores, atirar pedras, julgar os outros. Tento não cair nesta tentação. Mas, neste caso, e mesmo esquecendo que podem existir pormenores que desconheço, a pergunta que faço é :

Quem, no seu perfeito juízo, oferece uma arma a uma criança de 5 anos? Que tipo de Pais oferecem armas a crianças, mesmo sendo armas que, aparentemente, são destinadas precisamente às crianças?

Cresci numa casa onde existem duas caçadeiras. O meu Pai (contra a minha vontade - assunto que gerou um sem fim de discussões entre nós), foi caçador durante anos. Precisamente por ser um risco, e mesmo estando as armas fora do meu alcance, sempre estiveram descarregadas. Nunca soube, sequer, onde estavam escondidos os cartuchos. Nem eu, nem o meu irmão.

E hoje em dia querem convencer-me que este tipo de brinquedo é normal? Foi a isto que chegámos. Um simples brinquedo já não chega. Tenho imensa pena, sim. Mas, neste caso, e lamento não ter discernimento para mais, apenas das crianças envolvidas.

CM, a Gata Fedorenta.

Já aqui disse que não acho piada ao Ricardo Araújo Pereira. Pode ser um bom profissional, mas aquele tipo de humor não me apraz. O que eu não disse, é que esta falta de apreço já vem do tempo do projecto "Gato Fedorento". Enquanto o País quase inteiro ria às bandeiras despregadas com aqueles quatro tipos, eu interrogava-me se o problema seria meu. Gostei de alguns sketches, não digo que não, mas acho que se contam pelos dedos da minha mão direita. Ou da esquerda, também serve.
Há dias, partilhei com um grupo de amigos o momento em que esta relação piorou. E agora vou partilhar convosco:
Não é segredo que me chamo Cláudia Maria. O que ainda não sabem, é que o meu apelido é, pasmem, Lopes da Silva. Por esta altura, os fãs do "Gato Fedorento", já perceberam o problema. Sim, aqueles quatro atreveram-se a fazer uma série inteira com o meu apelido. Depois dos "Fonseca", dos "Meireles", dos "Barbosa", vieram os "Lopes da Silva". E isto já seria o suficiente para imaginarem as piadas que ouvi na altura, não é? Pois que há pior, não saiam dos vossos lugares. Vejam isto, e atentem no minuto 2,44'. Bom, ou quê?



PS- não conheço nenhum dos 4 elementos deste projecto. Mas um dia gostava de lhes perguntar se por acaso nos cruzámos num qualquer sítio e servi de fonte de inspiração. Há muitos Silvas. Há muitos Lopes. Mas Lopes da Silva? E Cláudia Lopes da Silva? Not cool, guys.