É basicamente isto.

É basicamente isto.

3 de abril de 2013

CM dá o estalo e entra em negação.

Cansada de olhar pela janela e achar que ainda nem amanheceu, pensei para comigo "Chega desta trampa!! Quem tem google, tem tudo!!". Portanto, a partir de já, é aqui que estou. Não neste clima bipolar, mas sim aqui, onde o céu é mais azul. Deixem uma mulher sonhar. Isto com um "bocadinho" de imaginação, vai lá!

Estou a um passinho de aderir aos truques anti depressão, que aconselham a ter sempre por perto imagens que nos fazem sorrir. É arranjar 6 molduras, e estas meninas fazem o resto.








E não, isto não é um post inútil. Foram ou não foram 2 minutos felizes do vosso dia? Ah, bom.

E o medo que eu tenho das trevas?

Já todos percebemos, por esta altura, que há uma nuvem negra e enorme, carregada de tudo o que é mau, a pairar sobre este País. Já cá anda há algum tempo, mas esta semana, ou eu estou doida, ou a nuvem está mais carregada, mais negra e prontissima a desabar nas nossas cabeças.

Podia estar só a falar daquela que me valeu a molha da minha vida esta manhã, ou dos trovões desta noite, mas não. Há coisas que me assustam bem mais do que estas duas. Por muito que ande na ponta da madeixa com este tempo que nos faz quase esquecer que vivemos num País em que o clima até é das boas coisas que temos, esta semana isso não me afecta tanto. Esta semana, ao que tudo indica, teremos a pronúncia do Tribunal Constitucional sobre o Orçamento de Estado. Depois do tempo - absolutamente rídiculo, como se estivesse em causa uma decisão sobre a cor a usar na próxima estação - que esta decisão está a demorar a ser tomada, quer parecer-me que quase ainda vamos desejar que este assunto ficasse esquecido. Acho que a maioria de nós ainda nem se capacitou do problema que aí vem, se, ao que tudo indica, algumas normas forem chumbadas. A coisa está negra, claro que está, e este Orçamento arrasou com os Portugueses. Mas se há altura em que a Lei de Murphy se poderá aplicar em toda a sua plenitude, é esta. É que, não duvidemos por um só minuto, as coisas podem piorar. Por incrível que pareça, podem piorar e muito.

Aguardo, com um receio que dava tudo para não ter, os próximos capítulos desta longa- metragem.


2 de abril de 2013

Let's talk about Sex, Baby.

Vou armar-me um bocadinho em Marta Crawford, pode ser? Este post está vedado a menores de 18 anos. A partir desta linha, não me responsabilizo.
Eu nem costumo ligar muito aos estudos e estatísticas que se fazem sobre o tema Sexo. E porquê? Porque acho que nesta matéria cada um sabe de si, e não há limites a não ser aqueles que os próprios intervenientes impõem. No entanto, tropecei num artigo que vem ao encontro daquilo que já "digo" há algum tempo, e que é para mim um mito urbano : a importância que os homens acham que as mulheres dão aos preliminares. Atenção, não confundir as coisas. O foco aqui é "OS HOMENS ACHAM".
Finalmente, um estudo veio afirmar que deve ser dada mais atenção à qualidade da relação sexual em si, do que aos preliminares. Ao mesmo tempo, defende o estudo, a importância destes tem sido sobrevalorizada pelos homens. E eu agora podia esmiuçar aqui o assunto, mas não vou fazê-lo. Talvez numa próxima oportunidade.
O fundamental, homens, é que entendam isto de uma vez : nem sempre apetece uma entrada. Mesmo quando apetece, se a entrada for muito demorada, pode desviar as atenções da refeição principal. E, para finalizar, não adianta servir uma entrada digna de restaurante com estrela Michelin, para depois apresentar um peixe cozido sem graça como prato principal.~
Não precisam de agradecer.

1 de abril de 2013

Viajar, o verdadeiro investimento.

Não tenho qualquer dúvida sobre aquele que é para mim o dinheiro que melhor gasto. Há muitas coisas que me dão prazer, mas as Viagens não têm comparação com qualquer outra coisa. É nisto que gosto de investir aquilo que vou conseguindo poupar e, enquando puder, é precisamente isso que vou fazer : viajar. Os tempos não estão para brincadeiras, mas com alguma disciplina e, sobretudo, com as prioridades bem definidas, é possível. Se, em tempos, era capaz de comprar uma mala , um relógio, 20 cds de música, renovar meio guarda roupa com as poupanças, hoje em dia dou por mim a pensar "isto já me pagava parte de uma viagem para qualquer lado". Há muita gente que me diz que não entende como os outros ainda conseguem viajar. Tenho vontade de responder à letra e começar debitar a lista de coisas em que gastam dinheiro que eu nunca gastaria, mas não o faço. Não preciso de ficar hospedada num quarto de hotel carregado de estrelas, não preciso de viajar rodeada de luxo, preciso é de viajar. De ir, de conhecer, de voltar carregada de fotografias que guardo religiosamente e que revejo sempre que já me sinto de novo "apertada", asfixiada por cá. É o que mais me enriquece, que mais me faz evoluir, o que me enche a alma e o coração de boas recordações, o que me faz adorar este Mundo e tudo o que tem para nos mostrar, é o que me tira a respiração tantas vezes. É nisto que, até ver, quero "investir". E posso dizer que, agora com uma viagem planeada para breve, sinto-me imediatamente outra. De vez em quando, tenho de sair daqui. Adoro o meu País, mas não me chega. Não me vejo a viver em qualquer outro, mas de vez em quando preciso de ir, e de sentir saudades de estar por cá. E volto com menos euros na carteira, mas muito mais completa.

A frase que vos deixo, funciona como uma espécie de mantra para mim. Não podia concordar mais.


O dia mais inútil do Ano.

Podia gostar menos do dia das Mentiras? Aposto que esperavam o "Podia, mas não era a mesma coisa", que é frase à qual não reconheço a menor piada e que me faz sentir mais enjoada do que uma pescada em pleno Tejo, mas na verdade não, não podia. Passar o dia a tentar detectar mentiras e a desconfiar de tudo o que me dizem, é coisa para esgotar a minha paciência. E depois, pensando melhor, não é isso que faço todos os dias? Curiosamente, todos os dias são ditas mentiras, e com uma gravidade bem maior. Nem sequer me apetece aproveitar para dizer tudo aquilo que tenho vontade de dizer e que a minha educação ainda vai proibindo. Podia aproveitar e largar um "mentirinha!!", no fim. Mas nem isso. Em tempos, armada em engraçada, "terminei" um namoro por sms, neste dia. Pensava eu que era um clássico e que em dois segundos seria desmacarada, mas aparentemente exagerei na dose de realismo, e a brincadeira valeu-me um enorme problema para resolver. Na adolescência,de facto, somos um bocado parvos.

Por aqui, o dia não será celebrado. Não há cá histórias da carochinha para ver quem cai nelas.

A todos aqueles que mentem diariamente, que não se limitam a brincar no dia 1 de Abril, que vivem mentiras e fazem os outros vivê-las também, aproveito para dizer que, à semelhança do que se passa com o dia de hoje, também vocês são uns inúteis de primeira. Que as pulgas de mil camelos vos infestem o fundo das calças, é o que vos desejo. Atenciosamente.