É basicamente isto.

É basicamente isto.

8 de outubro de 2012

O volante é meu.

Este fim de semana, terei feito qualquer coisa como cerca de 1000 kms ao volante. Cansativo? Sim, mas por uma boa causa. Curioso mesmo, é continuar a constatar uma realidade que pode e deve ser objecto de estudo intensivo. Expliquem-me lá, sobretudo vocês homens, que tipo de nervos sentem accionar quando passa por vocês uma mulher ao volante? É que eu gostava mesmo de perceber isto. Sei que o sonho de muitos é ser piloto de alta competição. Mas andar pelas estradas deste nosso País a competir, não me parece uma alternativa válida, até porque as multas estão pela hora da morte e as nossas estradas apresentam uma qualidade tal, que qualquer semelhança que tenham com qualidade, é pura sorte. E se há qualquer coisa dentro de vós que não admite que um carro vos ultrapasse, quando a condutora é uma Mulher, então é que está o caldo entornado! Inadmissível. "Olha aquela, olha...onde é que julga que vai"? Eu? Eu vou onde me apetecer, essa agora. E dispenso os constantes faróis dos pilotos de competição colados à traseira do meu veículo. É que é cansativo. Além de perigoso. Não querem acreditar que sabemos conduzir quando deviamos, julgam alguns de vós, estar na cozinha a fazer-vos um petisco ou a passar as vossas camisas a ferro?
E já que falamos de faróis e supostos ases do volante, quanto tempo mais demorará para perceber que essa coisa de alterar os carros e fazê-los parecer naves ou árvores de natal de muito mau gosto, é a uma das coisas mais foleiras desta vida? Deixem lá estar os carros como os trouxeram dos stands e o mundo será um sítio bem mais bonito.


Que grande telha.

Era bom estar a falar daquelas que compõem os telhados. Era, era. Mas não. Estou mesmo a falar de todo um estado de espirito hoje. Ahhh, que telha, senhores leitores. Ser segunda feira não ajuda nada, mas esta segunda consegue ultrapassar as outras.
Parece que nem foi ontem que se acabou um fds maravilhoso com calor, praias de cortar a respiração, boa comida e excelente companhia. Parece que é um passado longinquo. Hoje, assim que o despertador tocou, a telha instalou-se e já sei que vai fazer-me companhia o resto do dia. É o acordar cedo. É o trânsito. É o início de uma semana que vai ser complicada. É a falta de educação das pessoas. É a falta de paciência que tenho para a falta de educação. É o meu SCP a ser para lá de roubado, de espoliado. Já não bastava estarmos a jogar menos bem e ter que lidar com a perda do meu Sá?
A juntar a estas coisas (que parecem coisinhas, mas que estão a acabar com o meu humor), existem ainda os "fantasmas". Aqueles que se deitam connosco e que tentamos matar durante o sono. Acreditamos que vão desaparecer naquelas horas. Mas, de manhã, estão cá. Estão sempre cá.
Assim de caras, a única coisa boa que me ocorre nesta segunda, é o Sol que ainda brilha em pleno Outubro. Sem vergonhas.


4 de outubro de 2012

Fast and Furious.

Se viram este filme, e se me vissem hoje de manhã no trânsito, iam perceber as semelhanças óbvias entre as duas coisas. Chegar ao trabalho hoje, com a ponte 25 de Abril pelo meio, com todas as greves de transportes, foi missão para os mais duros. A isto, juntemos um acidente na Ponte. Um clássico. Dia de greve, de chuva ou de qualquer outra dificuldade, é dia de quaisquer dois (ou mais) aselhas se estamparem. É que não falha. Não percebo se é o excesso de carros que os confunde, mas é assim. Não há volta a dar.
Posso dizer-vos, orgulhosamente, que cheguei ao destino em 45 minutos. Se isto não é digno de registo, não sei o que será. Sem transgressões, atenção. Orgulho!
O plano é fazer um tempo ainda melhor no regresso e começar, o quanto antes, o fds prolongado. Que vai ser passado num sítio muito especial para mim. E onde já fui muito feliz, como se diz por aí.

Aproveitem bem este 5 de Outubro. Para o ano já não parecerá tanto o 5 de Outubro.

O menino não presta.

Sabemos todos de quem se fala neste post, não é? Podia ser também "os meninos não prestam", o título. Além do anúncio de medidas que continuam a retirar o "pão" da mesa de muitas familias (não há mais nada que o povo vos possa dar, dá para entender isto??), há uma afirmação que me deixa de madeixas em pé :

Vítor Gaspar garante, no entanto, que «a esmagadora maioria dos contribuintes ficará melhor do que caso o salário liquido tivesse caído 7% ,como decorreria da aplicação mecânica do agravamento da Taxa Social Única (TSU)."

Ai, sim? Então deixa ver se percebi. Acredite-se ou não, contas feitas, que será menos gravoso, havia alternativa ( que continua a ser má, diga-se) à machadada que queriam dar? Então a medida antes anunciada encontra justificação onde? "Deixa lá ver se os comemos por parvos e isto passa assim"? Ou era só para ver se o povo estava atento?

No fundo, no fundo, o novo lema do Povo Português, parece ser cada vez mais este:



3 de outubro de 2012

Lyrics #3

Someday he'll come along
The man I love
And he'll be big and strong
The man I love
And when he comes my way
I'll do my best to make him stay

He'll look at me and smile
I'll understand
And in a little while
He'll take my hand
And though it seems absurd
I know we both won't say a word

Maybe I shall meet him Sunday
Maybe Monday, maybe not
Still I'm sure to meet him one day
Maybe Tuesday will be my good news day

He'll build a little home
Just meant for two
From which I'll never roam
Who would, would you?
And so, all else above,
I'm waiting for the man I love